Caso Henri Castelli destaca urgência na investigação após convulsões, alerta especialista

Liga Brasileira de Epilepsia reforça a importância do diagnóstico precoce e cuidados adequados para segurança e saúde

O recente episódio envolvendo o ator Henri Castelli, que sofreu dois episódios de convulsão e precisou se afastar temporariamente de um programa de TV, reacendeu um debate fundamental sobre a importância da investigação imediata após crises convulsivas. A Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) avalia que o afastamento do ator foi uma medida responsável e necessária para garantir sua saúde e segurança.

De acordo com a Dra. Juliana Passos, neurologista e membro da diretoria da LBE, situações de estresse físico e psicológico, como privação de sono e desidratação, podem desencadear crises em pessoas predispostas. “Nesses casos, é fundamental proporcionar um ambiente calmo e de repouso nos dias seguintes”, orienta a especialista.

A avaliação médica deve ser iniciada já na primeira crise, com o objetivo de identificar causas agudas e reversíveis, como lesões cerebrais, alterações metabólicas e infecções. Exames como neuroimagem e eletroencefalograma são essenciais para um diagnóstico preciso, podendo até indicar epilepsia desde a primeira crise, caso sejam encontrados biomarcadores específicos.

A LBE destaca que não há um tempo padrão para afastamento após convulsões, pois cada caso apresenta particularidades. “Algumas crises são breves e com rápida recuperação, enquanto outras podem ser mais intensas e exigir um período maior de repouso”, explica a Dra. Juliana. O retorno às atividades deve considerar a causa da crise e a condição do paciente, podendo variar de 24 horas a vários dias.

Além disso, o caso reforça a importância de não subestimar convulsões, especialmente as primeiras. “A hiperexcitabilidade neuronal pode indicar condições graves que exigem tratamento imediato”, alerta a neurologista. Sinais como perda de consciência, tremores generalizados ou alterações na fala e visão são indicativos de que uma avaliação neurológica urgente é necessária.

A Liga Brasileira de Epilepsia também ressalta a diferença entre uma crise isolada e o diagnóstico de epilepsia, que tradicionalmente requer pelo menos duas crises não provocadas. Contudo, o diagnóstico pode ser antecipado com base em exames complementares.

Por fim, a LBE enfatiza a necessidade de protocolos de saúde em ambientes profissionais e de produção audiovisual, além da disseminação de informações corretas para reconhecer e agir diante de crises convulsivas. “Saber como agir pode salvar vidas e reduzir o preconceito que ainda cerca a epilepsia”, conclui a Dra. Juliana Passos.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa da Liga Brasileira de Epilepsia, reforçando a importância do diagnóstico precoce e do cuidado adequado para quem enfrenta crises convulsivas. Procurar atendimento médico imediato após uma convulsão é fundamental para garantir segurança e qualidade de vida.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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