Como agir ao presenciar uma crise convulsiva: orientações essenciais para salvar vidas

Entenda os cuidados imediatos e quando buscar ajuda médica para quem sofre uma convulsão

Você sabe o que fazer ao presenciar alguém tendo uma crise convulsiva? Essa dúvida é comum, mas saber agir corretamente pode fazer toda a diferença para a segurança da pessoa afetada. Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 2% da população brasileira terá pelo menos uma crise convulsiva ao longo da vida, e a epilepsia, condição crônica associada a convulsões recorrentes, afeta entre 1 e 2 milhões de brasileiros, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Crises convulsivas podem acontecer de forma inesperada, atingindo pessoas de todas as idades e perfis, seja em situações cotidianas ou em ambientes de alta exposição, como atletas e artistas. Por isso, estar preparada para agir é fundamental.

Segundo o neurologista Guilherme Bustamante, da Hapvida, a principal medida é garantir a segurança do paciente. “Caso presencie uma crise, o melhor a se fazer é virar a pessoa de lado, para que ela não se engasgue com a própria saliva e não corra o risco de aspirar esse conteúdo para os pulmões”, orienta. Além disso, é importante afastar objetos que possam causar ferimentos durante os movimentos involuntários, não conter os movimentos e jamais tentar abrir a boca do paciente.

Um erro comum é tentar abrir a boca para evitar que a pessoa “engula a língua”. Bustamante explica que “a língua não enrola” e que a contração do maxilar pode causar mordidas, mas forçar a abertura da boca pode piorar a respiração e provocar lesões. A limpeza da boca deve ser feita somente após o término da crise, quando o paciente estiver consciente e estável.

Quando chamar o atendimento de emergência? Se a crise durar mais de cinco minutos, se a pessoa não recuperar a consciência após o episódio, se ocorrerem crises repetidas em curto intervalo ou se houver queda com trauma importante, o socorro deve ser acionado imediatamente. “Se a crise se prolongar por mais de cinco minutos ou o paciente não recobrar a consciência, é fundamental chamar o atendimento de emergência”, reforça o especialista.

Após a crise, o paciente deve ser observado por algumas horas, pois novas crises podem ocorrer em curto espaço de tempo. A avaliação médica, preferencialmente com um neurologista, é essencial para investigação adequada. Exames como eletroencefalograma e imagens do cérebro, como tomografia ou ressonância magnética, são indicados para diagnóstico.

Convulsões resultam de uma atividade elétrica anormal no cérebro, causando perda de consciência, contrações musculares involuntárias e alterações do estado mental. Elas podem ocorrer mesmo em pessoas sem epilepsia, devido a fatores como hipoglicemia, desidratação severa, uso recente de álcool ou alterações metabólicas. No entanto, esses fatores raramente causam convulsão isoladamente, sendo mais comuns sintomas como mal-estar e desmaio.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Hapvida, reforçando a importância do conhecimento para agir com segurança diante de uma crise convulsiva. Saber o que fazer pode salvar vidas e evitar complicações graves. Esteja preparada para agir com calma e segurança!

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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