Quando o imprevisto acontece: lições do Pico Paraná sobre proteção e planejamento
O desaparecimento no Pico Paraná destaca a importância do seguro e do planejamento para enfrentar riscos inesperados
O recente desaparecimento de um jovem durante uma trilha no Pico Paraná, um dos pontos mais altos do Brasil e destino popular entre aventureiros, reacende um debate essencial sobre responsabilidade, prevenção e a importância do seguro diante de situações inesperadas. Esse episódio, além de gerar angústia para familiares e amigos, serve como um alerta para todos que se expõem a riscos em atividades ao ar livre, viagens e esportes de aventura.
Essas práticas, muitas vezes associadas a lazer e superação pessoal, envolvem perigos que nem sempre são devidamente considerados. Mesmo com planejamento, experiência e boa condição física, imprevistos podem ocorrer, mostrando que a proteção financeira e o suporte em momentos críticos são indispensáveis.
Nesse contexto, o seguro deixa de ser apenas um custo para se tornar uma ferramenta fundamental. Um seguro de vida, por exemplo, pode garantir amparo à família em situações trágicas, enquanto coberturas específicas, como seguros de acidentes pessoais ou de viagem, auxiliam em despesas com resgate, atendimento médico e indenizações decorrentes de imprevistos.
Além disso, profissionais liberais, empresas e gestores também enfrentam riscos diários que podem causar prejuízos financeiros, ações judiciais ou interrupções nas atividades. Por isso, a contratação de seguros de responsabilidade civil profissional, linhas financeiras e proteção patrimonial adequada é indispensável para garantir segurança e continuidade.
O papel do corretor de seguros é central nesse processo. Ele vai além da intermediação, atuando como consultor técnico que avalia riscos, orienta sobre limites, exclusões e coberturas, e assegura que o seguro esteja em conformidade com a legislação vigente. Com o novo Marco Legal do Seguro, em vigor desde dezembro de 2025, essa atuação se torna ainda mais relevante, exigindo contratos claros, bem estruturados e alinhados às necessidades reais do segurado.
Para Gustavo Bentes, presidente do Sincor-MG, “O seguro não impede que o imprevisto aconteça, mas reduz drasticamente os impactos financeiros e emocionais para quem fica. Em situações como essa, o planejamento prévio faz toda a diferença para proteger a família e garantir um mínimo de tranquilidade em meio ao caos”.
O caso do Pico Paraná funciona como um alerta coletivo. Mais do que discutir responsabilidades, ele reforça a necessidade de avaliar riscos, buscar orientação especializada e contar com o apoio de um corretor para escolher coberturas adequadas. Planejar-se é transformar o cuidado em uma decisão consciente, capaz de oferecer proteção mesmo diante do inesperado.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



