Mulheres com mais de 40 anos superam adolescentes em nascimentos e redefinem maternidade

Avanços da medicina reprodutiva e mudanças culturais transformam o “tempo certo” para ser mãe

Pela primeira vez na história dos Estados Unidos, mulheres com 40 anos ou mais passaram a ter mais filhos do que mães adolescentes, um marco que reflete profundas mudanças no comportamento feminino e na percepção social sobre maternidade e tempo. Esse fenômeno é impulsionado pelo adiamento do casamento, a priorização da carreira e, principalmente, pelos avanços da medicina reprodutiva, que ampliaram as possibilidades de gravidez em idades mais avançadas.

No Brasil, essa tendência também é evidente. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número médio de filhos por mulher caiu 13% entre 2018 e 2022. Nesse mesmo período, os nascimentos entre mulheres com 40 anos ou mais cresceram 16,8%, enquanto a gravidez na adolescência recuou 42,9% entre 2010 e 2022, atingindo níveis historicamente baixos.

O Grupo Huntington Medicina Reprodutiva, referência em reprodução humana, destaca que essa transformação vai além dos números: é tecnológica e cultural. A busca pelo congelamento de óvulos cresce de forma consistente, o que reforça a ideia de que a maternidade passou a ser uma decisão planejada, e não mais uma corrida contra o relógio biológico. A participação de celebridades no debate ajudou a desmistificar o tema para muitas mulheres.

Outro dado importante é o crescimento de quase 30% na ovodoação em um ano, segundo levantamento do grupo. Essa alternativa beneficia mulheres com baixa reserva ovariana ou que iniciam o projeto reprodutivo mais tarde, mostrando que o vínculo materno não está mais restrito à genética, mas é construído pela gestação, pelo cuidado e pela escolha consciente de ser mãe.

A medicina reprodutiva ampliou o campo de decisão das mulheres, permitindo que elas alinhem maternidade, carreira, relacionamentos e projetos pessoais com mais autonomia e previsibilidade. Essa nova realidade está reescrevendo o conceito de “tempo certo” para ser mãe, que hoje é mais flexível e adaptado às escolhas individuais.

Esses dados e análises foram fornecidos por assessoria de imprensa especializada, que reforça a importância de compreender as transformações sociais e tecnológicas que impactam a maternidade contemporânea, especialmente para mulheres acima dos 40 anos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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