Endometriose: Entenda como a doença impacta o bem-estar físico e emocional das mulheres
Ginecologista especialista esclarece sintomas, tratamentos e a importância do diagnóstico precoce
A endometriose é uma condição que vai muito além da questão da fertilidade, afetando diretamente o bem-estar físico, emocional e a qualidade de vida das mulheres. Recentemente, a atriz Larissa Manoela trouxe à tona a importância do cuidado com a doença ao revelar que adiou seus planos de gravidez para se submeter a cirurgia e tratamento, afirmando que só pretende engravidar quando estiver “100% bem para gerar”.
De acordo com o ginecologista Dr. Thiers Soares, especialista em miomas, endometriose e adenomiose, a endometriose provoca sintomas que vão desde dores crônicas até alterações no funcionamento intestinal e urinário, além de causar impacto emocional e limitações no cotidiano. “A endometriose não afeta apenas a fertilidade. Ela provoca dor crônica, alterações intestinais e urinárias, impacto emocional e limitações no dia a dia, o que torna o diagnóstico precoce fundamental”, explica o médico.
A única forma de remover a endometriose do corpo é por meio de cirurgia. Embora tratamentos como medicamentos hormonais, mudanças na alimentação, exercícios físicos e fisioterapia pélvica possam ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, eles não eliminam a doença.
Os sintomas iniciais merecem atenção especial. Dor intensa durante a menstruação, dor nas relações sexuais, desconforto ao urinar ou dificuldade para esvaziar a bexiga, além de alterações no hábito intestinal, são sinais que indicam a necessidade de acompanhamento médico. O diagnóstico precoce pode permitir intervenções mais eficazes e evitar o avanço da doença para estágios mais graves.
A indicação para cirurgia é individualizada, considerando fatores como idade, desejo de engravidar, intensidade dos sintomas, órgãos afetados e estágio da doença. Em alguns casos, o tratamento medicamentoso é suficiente para aliviar os sintomas, mas não resolve a endometriose definitivamente.
É importante destacar que a doença pode retornar mesmo após a cirurgia, especialmente em casos com predisposição genética. A recorrência ocorre em cerca de 25% a 30% dos casos, principalmente nos ovários. Além disso, a qualidade do procedimento cirúrgico e o seguimento pós-operatório com tratamento hormonal são determinantes para evitar o reaparecimento da doença.
“O tratamento adequado e o seguimento contínuo são essenciais para controlar a doença, reduzir dores, melhorar a qualidade de vida e aumentar as chances de uma gravidez saudável”, conclui o Dr. Thiers Soares.
Este conteúdo foi elaborado com informações da assessoria de imprensa, reforçando a importância da conscientização e do acompanhamento especializado para mulheres que convivem com a endometriose.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



