Da UTI à Corrida: A Revolução do Cuidado Pós-Hospitalar nas Clínicas de Transição

Como clínicas especializadas transformam a recuperação e devolvem autonomia e qualidade de vida às pacientes após alta hospitalar

Após a alta hospitalar, muitas pacientes ainda enfrentam desafios para recuperar a autonomia e a qualidade de vida. É nesse momento que as clínicas de transição, especializadas em cuidados continuados, desempenham papel fundamental na reabilitação. Dados da assessoria de imprensa destacam a importância desse modelo de cuidado, que vai além do atendimento clínico tradicional, oferecendo suporte multidisciplinar e humanizado.

Um exemplo inspirador é o caso de Marli Aparecida, de 66 anos, que após passar por um período na UTI, chegou à clínica de transição em situação delicada: dependente para se manter em pé, com cânula de traqueostomia para respirar e sonda nasoenteral para alimentação. “Quando cheguei na Clínica, dependente, foi desesperador”, relembra. No entanto, a equipe multidisciplinar da clínica, composta por médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos e assistentes sociais, elaborou um plano terapêutico individualizado que incluiu fisioterapia motora e respiratória diária, fonoaudiologia e cuidados contínuos.

Segundo Otavio Miziara, supervisor da equipe, “a fisioterapia motora e a fonoaudiologia foram essenciais para ajudar no processo de retirada da traqueostomia e na recuperação funcional”. Durante a internação, Marli recebeu fisioterapia três vezes ao dia e acompanhamento fonoaudiológico de segunda a sexta-feira, além de suporte médico e de enfermagem. O ambiente acolhedor e o estímulo à autonomia foram decisivos para que ela recuperasse a capacidade de andar, se alimentar normalmente e falar sem sequelas.

Além do tratamento clínico, a participação em atividades sociais como pet terapia e encontros coletivos contribuiu para a reconstrução da autoestima e da confiança no próprio corpo, aspectos fundamentais para a recuperação integral. Marli destaca que o momento mais desafiador foi reaprender a falar, comer e andar após a retirada da traqueostomia, mas também o mais especial, pois conseguiu superar essas etapas com sucesso.

A alta da clínica não significou o fim do cuidado. “Trabalhamos com o conceito de alta segura, que vai além da saída do paciente da clínica. Ele deixa a instituição com orientação, suporte e segurança para dar continuidade ao cuidado em casa”, explica Otavio. A família é preparada para acompanhar a rotina diária, garantindo a continuidade da reabilitação.

Como símbolo da superação, Marli participou da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo, em dezembro de 2025. Para ela, correr representou a retomada da vida e da autonomia após um período delicado. “A minha mensagem é: jamais desista. Faça o possível para superar os desafios, enxergue-os como recomeços e oportunidades para viver ao lado de amigos e familiares”, conclui.

Esse relato reforça como as clínicas de transição são essenciais para transformar o cuidado pós-hospitalar, promovendo não só a recuperação física, mas também o bem-estar emocional e social das pacientes.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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