Inteligência Artificial na Saúde: Você Já Usou Sem Perceber?

Descubra como a tecnologia transforma seu atendimento médico, do SUS aos planos de saúde

A inteligência artificial (IA) já faz parte do cotidiano da saúde no Brasil, muitas vezes sem que os pacientes percebam. De acordo com dados recentes da assessoria de imprensa da healthtech Nilo, a tecnologia está presente desde a organização de filas no Sistema Único de Saúde (SUS) até o suporte em consultas e exames, tanto na rede pública quanto na suplementar.

Imagine a rotina de Claudia, uma professora de 40 anos, ou João, um estudante de 17. Ambos podem estar sendo beneficiados pela IA em diferentes etapas do atendimento, seja na triagem automatizada, no agendamento rápido ou no envio de lembretes personalizados para exames e vacinas. Esses sistemas inteligentes ajudam a tornar a jornada do paciente mais fluida e eficiente, reduzindo erros e otimizando o tempo dos profissionais.

A jornalista Kelly Moraes destaca o uso da IA em momentos de ansiedade: “Já utilizei e ainda recorro à inteligência artificial como apoio em momentos de estresse. Uma das ferramentas que uso está integrada a um aplicativo de meditação. É claro que não substitui o atendimento com um profissional, mas contribui quando preciso de acolhimento imediato, oferecendo palavras de conforto e ajudando a regular as emoções.” Essa aplicação mostra como a tecnologia pode ser uma aliada importante para o bem-estar emocional.

Por outro lado, a assessora de imprensa Maíra Telles relata experiências positivas e desafios com a triagem automatizada em planos de saúde: “Achei que pode otimizar bastante o atendimento, porque evita que o paciente fique perdido em qual profissional procurar. Mas já tive uma experiência em que precisava de orientação médica rápida e precisei ficar alguns minutos respondendo mensagens automáticas até um médico entrar na cena. Nessa hora, o tom frio e a demora acabam sendo um ponto negativo.” Isso evidencia a necessidade de equilibrar tecnologia com o toque humano no atendimento.

No SUS, a IA é usada para análise de exames de imagem, regulação de leitos e telemedicina, enquanto em hospitais privados e operadoras, ela ajuda a prever riscos e organizar cuidados complexos. Segundo Isadora Kimura, CEO da Nilo, “dispositivos conectados e aplicativos móveis já geram dados em tempo real sobre glicemia, pressão arterial e outros indicadores. Combinados com agentes de IA e fluxos de automação, esses dados permitem alertas automáticos e navegação personalizada, reduzindo falhas e aumentando a adesão ao tratamento.”

A especialista reforça que a tecnologia deve ser uma aliada da humanização: “Ao transformar dados dispersos em informações úteis, os agentes de IA apoiam decisões clínicas, aumentam a capacidade operacional e garantem que cada paciente seja tratado de forma única.” Isso beneficia tanto os profissionais, que trabalham de forma mais organizada, quanto os pacientes, que têm uma experiência mais consistente e acolhedora.

Se você já recebeu mensagens personalizadas, agendou consultas rapidamente ou passou por triagem digital, é bem provável que a inteligência artificial tenha atuado para melhorar seu atendimento. A tecnologia, quando bem aplicada, promete transformar a saúde em uma jornada mais eficiente e humana para todos.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa da Nilo, referência em inovação e inteligência artificial aplicada à saúde no Brasil.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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