Como a alimentação influencia a saúde mental e o comportamento dos cães no Janeiro Branco Pet
Descubra os alimentos que ajudam a equilibrar o emocional e o comportamento dos pets
No mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental dos pets, o Janeiro Branco Pet reforça a importância do bem-estar emocional dos cães, destacando o papel fundamental da alimentação nesse aspecto. Dados da assessoria de imprensa revelam que, assim como os humanos, os cães também podem apresentar sinais de ansiedade e depressão, manifestados por comportamentos como latidos excessivos, lamber compulsivamente, destruição de objetos, medo intenso e isolamento.
Uma das causas que mais impactam o comportamento dos cães é o excesso de peso. Uma pesquisa publicada no Preventive Veterinary Medicine, com mais de 11 mil cães, mostrou que animais com sobrepeso têm maior propensão a apresentar comportamentos indesejados, como medo, agressividade e dificuldade em responder ao chamado. Segundo a nutricionista veterinária Gabriela Corte Real, “o excesso de peso gera inflamação crônica, desconforto físico, dores articulares e redução da mobilidade, fatores que impactam diretamente o comportamento e o estado emocional dos cães”.
Para ajudar na prevenção da obesidade e no suporte à saúde mental dos pets, a alimentação natural surge como uma aliada poderosa. Ingredientes específicos podem atuar diretamente no sistema nervoso e na função cerebral dos cães, promovendo equilíbrio emocional. Entre eles, destacam-se:
– Ácidos graxos ômega-3, presentes em óleos de peixe, linhaça e algas, que possuem ação anti-inflamatória e auxiliam na redução da ansiedade;
– Triptofano, encontrado em carnes, frango, peixes e ovos, que é precursor da serotonina e contribui para o equilíbrio do humor;
– Vitaminas do complexo B, essenciais para o sistema nervoso e regulação emocional;
– Proteínas de alta qualidade, fundamentais para a produção de neurotransmissores e manutenção da massa muscular durante o emagrecimento;
– Fibras, que ajudam na saciedade, controle do peso e saúde intestinal, relacionada ao eixo intestino-cérebro;
– Antioxidantes, presentes em frutas e vegetais, que combatem o estresse oxidativo no cérebro;
– Ervas e compostos naturais com efeito calmante, sempre sob orientação profissional.
A especialista recomenda que qualquer mudança na dieta seja feita de forma gradual, iniciando com a substituição parcial da ração por alimentação natural, entre 10% e 20% da refeição, aumentando progressivamente ao longo de 7 a 14 dias para evitar desconfortos gastrointestinais. Além disso, é fundamental que essa transição seja acompanhada por um médico-veterinário ou zootecnista especializado em comportamento animal, para garantir a saúde e o bem-estar do pet.
Observar possíveis mudanças no comportamento após a introdução de novos alimentos também é essencial, pois esses sinais podem indicar a necessidade de ajustes na dieta ou uma avaliação mais detalhada da saúde do animal. Assim, a alimentação natural não só contribui para o controle do peso, mas também para o equilíbrio emocional, promovendo uma melhor qualidade de vida para os cães.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa, reforçando a importância de cuidar da saúde mental dos pets com atenção e responsabilidade.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



