Padronização global de relatórios de sustentabilidade chega ao Brasil em 2026

Empresas brasileiras terão que alinhar seus relatórios ESG a padrões internacionais, promovendo transparência e profissionalização

A partir de 2026, todas as companhias brasileiras de capital aberto estarão obrigadas a reportar seus inventários de emissões e publicar relatórios de sustentabilidade alinhados aos padrões internacionais. Essa mudança representa um marco importante para o mercado nacional, que passa a adotar uma governança de dados ESG (ambientais, sociais e de governança) mais rigorosa, transparente e padronizada.

Segundo dados da assessoria de imprensa, a nova regulamentação exigirá que as empresas implementem rotinas contínuas de coleta e validação de dados, além de integrar diferentes departamentos como finanças, riscos, operações, jurídico, recursos humanos e cadeia de fornecedores. A primeira divulgação oficial desses relatórios será em 2027, com informações referentes ao exercício de 2026.

Especialistas da ESG Now, startup que centraliza a gestão e monitoramento de estratégias ESG, destacam que “na prática, muda tudo no ritmo e na exigência de governança das informações relacionadas à ESG. A obrigatoriedade traz uma disciplina inédita ao mercado e demanda integração entre áreas”. Essa transformação eleva o nível mínimo de exigência, reduz ruídos e abre espaço para maior participação de investidores internacionais.

O processo de adequação, no entanto, apresenta desafios operacionais, técnicos e culturais. Entre eles estão o mapeamento e a qualidade dos dados, que ainda são descentralizados e pouco confiáveis em muitas empresas, a integração sistêmica com sistemas operacionais, a conversão metodológica para alinhar operações locais aos padrões globais, além da definição clara de governança e responsabilidades. A capacitação das equipes para coleta e interpretação rigorosa das informações também será fundamental.

Com essa obrigatoriedade, o ESG deixa de ser um tema periférico e passa a integrar o core business das organizações. Espera-se uma profissionalização das áreas de sustentabilidade, maior integração entre finanças e ESG, investimentos em melhoria de dados e controles, aceleração de iniciativas para mitigar riscos climáticos e socioambientais, além de maior clareza estratégica e competitividade.

Como reforça o CEO da ESG Now, “estamos entrando em uma era em que ESG não é mais discurso, é gestão. Quem estiver preparado terá ganhos de eficiência, reputação e acesso a capital”. Essa nova fase promete transformar o mercado brasileiro, alinhando-o aos padrões globais e fortalecendo sua credibilidade e competitividade.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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