Como reduzir conflitos com os filhos durante as férias escolares
Sete estratégias para promover uma convivência mais harmoniosa entre pais e filhos no período de recesso
Durante as férias escolares, a convivência entre pais e filhos tende a se intensificar – e, junto com ela, os desafios de equilibrar rotina, trabalho e cuidados. Uma pesquisa de 2023 da IWG, rede global de coworking, revelou que 62% dos pais consideram estressante conciliar suas atividades profissionais com a atenção às crianças durante esse período.
Para favorecer uma convivência mais leve e harmoniosa durante o recesso escolar, compartilho sete dicas importantes:
1. Planeje atividades em conjunto: Envolver os filhos no planejamento das férias ajuda a criar expectativas realistas e a garantir momentos de lazer que agradem a todos.
2. Estabeleça uma rotina flexível: Embora seja importante manter alguma organização, flexibilizar horários pode reduzir tensões e permitir maior espontaneidade.
3. Reserve momentos exclusivos para cada filho: Dedicar atenção individualizada fortalece vínculos e evita disputas por atenção.
4. Promova o diálogo aberto: Incentivar as crianças a expressarem seus sentimentos e opiniões contribui para a resolução pacífica de conflitos.
5. Defina limites claros: Mesmo nas férias, regras básicas são essenciais para manter o respeito e a convivência saudável.
6. Estimule o autocuidado dos pais: Cuidar do próprio bem-estar é fundamental para lidar com os desafios do dia a dia sem sobrecarga emocional.
7. Busque apoio quando necessário: Não hesite em procurar ajuda profissional ou redes de apoio para enfrentar dificuldades específicas.
Adotar essas estratégias pode transformar o período de férias em uma oportunidade de fortalecimento dos laços familiares, reduzindo o estresse e os conflitos que costumam surgir na convivência diária. A atenção consciente e o equilíbrio entre as necessidades de pais e filhos são o caminho para uma experiência mais positiva e enriquecedora para todos.
Por Leia de Almeida
doutora em Educação e Gerente Socioeducacional do Marista Brasil
Artigo de opinião



