Mitos e verdades sobre protetor solar: saiba escolher a fórmula ideal para sua pele

Entenda como identificar protetores solares seguros e eficazes para proteção diária no verão

Com a chegada do calor e o aumento da exposição ao sol, o uso do protetor solar se torna indispensável para proteger a pele dos efeitos nocivos da radiação ultravioleta. No entanto, escolher o produto ideal vai muito além do número de FPS estampado na embalagem. Dados da assessoria de imprensa da Alergoshop, referência em cosméticos hipoalergênicos, esclarecem os principais mitos e verdades sobre protetores solares e indicam como garantir uma fórmula de qualidade.

A bióloga Julinha Lazaretti, cofundadora da Alergoshop, destaca que “a escolha do protetor ideal começa no rótulo, mas termina na composição, porque é ali que o consumidor realmente descobre se a fórmula oferece segurança, estabilidade e conforto para o uso diário”. Segundo ela, a proteção verdadeira depende do conjunto da fórmula, não apenas do FPS, que mede somente a proteção contra os raios UVB, responsáveis pelas queimaduras solares. Para a defesa contra os raios UVA, que causam fotoenvelhecimento e sensibilização da pele, é necessário que o produto contenha filtros específicos.

Um dos mitos mais comuns é acreditar que fragrâncias indicam maior qualidade. Na realidade, perfumes são uma das principais causas de alergias e irritações, especialmente em peles sensíveis. “A experiência sensorial nunca deve comprometer a segurança da fórmula”, alerta Julinha, ressaltando que a ausência de perfume é um bom indicativo para quem busca maior segurança. Outro equívoco é pensar que texturas leves protegem menos. A especialista explica que a espessura do produto não determina sua eficácia, mas sim a combinação correta de filtros, a estabilidade da emulsão e a aplicação uniforme.

Para garantir uma fórmula segura, é importante evitar ingredientes como parabenos, isotiazolinonas e petrolatos, que podem causar reações cutâneas e têm impactos ambientais negativos. Em contrapartida, componentes biocompatíveis como a Vitamina E, com ação antioxidante e hidratante, e a Alantoína, que promove suavidade e conforto, elevam o desempenho do protetor sem agredir a pele.

Além disso, a escolha deve considerar o tipo de pele: peles secas se beneficiam de fórmulas nutritivas, peles oleosas preferem texturas leves e de rápida absorção, e peles sensíveis precisam de produtos hipoalergênicos, livres de ingredientes irritantes. “Protetores que oferecem estabilidade, espalhabilidade suave e conforto favorecem o uso diário, ampliando a adesão e garantindo proteção contínua”, conclui Julinha.

Assim, ao escolher seu protetor solar, observe a composição, prefira fórmulas testadas dermatologicamente e adequadas ao seu tipo de pele para garantir proteção eficaz e cuidar da saúde da pele durante todo o verão.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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