Mercado ilegal de apostas pode atingir 72% em 2026 e causar prejuízo bilionário no Brasil

Crescimento do mercado ilegal e falta de políticas de prevenção ameaçam a saúde financeira e emocional das famílias brasileiras

Com a regulamentação das apostas prevista para entrar em vigor em 2025, um estudo recente da YieldSec projeta que até 72% das apostas feitas no Brasil poderão estar fora da legalidade até 2026. Esse avanço do mercado ilegal traz riscos significativos, como fraudes, endividamento e uso indevido de dados pessoais, impactando diretamente a vida de milhões de brasileiros.

Segundo dados do Journal of Gambling Studies, jogadores com comportamento de risco comprometem até 20% da renda mensal, o que pode levar a perdas anuais de R$ 10,8 bilhões em arrecadação e produtividade, conforme estimativas da LCA Consultores. Esses números revelam um cenário preocupante, especialmente diante da ausência de políticas públicas estruturadas para prevenção ao vício em jogos no país.

Jezriel Francis, CEO da startup mineira Aposta Zero, destaca que a regulamentação deve revelar uma crise silenciosa que hoje permanece oculta. “A formalização do setor deve aumentar denúncias, revelar jogadores endividados e trazer à tona casos de colapso emocional”, alerta. Ele ressalta que o Brasil ainda não conta com estratégias nacionais de prevenção ao vício, o que deixa grande parte da população sem suporte acessível.

Além disso, o crescimento acelerado do mercado ilegal expõe os consumidores a ambientes sem verificação de idade, manipulação de odds, bloqueio de saques e coleta irregular de dados, aumentando o risco de dependência e fraudes. Clínicas especializadas para tratamento do vício são restritas, caras e concentradas nas grandes capitais, dificultando o acesso ao suporte para milhões de usuários.

Diante desse cenário, plataformas digitais como o Aposta Zero ganham importância ao oferecer ferramentas de autocontrole e redução de danos. A startup disponibiliza recursos para monitoramento de impulsos, limites personalizados, trilhas educativas e apoio sigiloso, buscando tornar o cuidado acessível em todo o país, especialmente em regiões sem atendimento especializado.

Para Jezriel Francis, o debate sobre apostas deve ir além da arrecadação e focar no impacto social e de saúde pública. “Se o mercado ilegal continuar crescendo nesse ritmo, teremos milhões de brasileiros expostos sem qualquer forma de proteção. O Brasil precisa de políticas estruturadas que unam regulação, fiscalização e suporte psicológico”, conclui.

Este conteúdo foi elaborado com base em dados fornecidos pela assessoria de imprensa da Mention, trazendo à tona um tema urgente que afeta a saúde financeira e emocional de muitas famílias brasileiras. É fundamental que o debate sobre apostas online considere não apenas o aspecto econômico, mas também as consequências para o bem-estar da população.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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