Carro parado na garagem: entenda o impacto financeiro que pesa no orçamento familiar

Descubra os custos ocultos de manter um veículo e conheça alternativas para economizar sem perder mobilidade

Manter um carro próprio é um desejo comum para muitas famílias brasileiras, oferecendo conforto, autonomia e praticidade no dia a dia. No entanto, além do valor investido na compra, existem custos fixos e variáveis que muitas vezes passam despercebidos, mas que podem pesar significativamente no orçamento familiar. Dados da assessoria de imprensa da Turbi, empresa especializada em soluções de mobilidade urbana, revelam que 67% dos lares no Brasil consideram o carro um dos três maiores gastos anuais, segundo pesquisa do Serasa.

Entre os principais custos envolvidos na posse de um veículo estão impostos e taxas, como o IPVA, que representa de 2% a 4% do valor do carro por ano, além do licenciamento e emplacamento. O seguro, embora não obrigatório, é essencial para proteção contra roubo, furto e acidentes, podendo ultrapassar 5% do valor do veículo anualmente, dependendo do perfil do motorista e do modelo do carro.

A manutenção preventiva também é um gasto constante, mesmo para carros usados com pouca frequência. Troca de óleo, filtros, revisão dos freios e calibragem dos pneus são cuidados básicos que somam, em média, R$ 500 por ano para um carro popular. Além disso, a depreciação do veículo pode chegar a 20% no primeiro ano, com perdas anuais de 5% a 10% nos anos seguintes.

Outro custo invisível, mas relevante, é o espaço físico ocupado pelo carro. Muitas famílias que possuem mais de um veículo acabam pagando aluguel de vaga em estacionamentos ou na garagem de vizinhos, com valores que variam entre R$ 200 e R$ 500 mensais.

Somando todos esses fatores, um carro avaliado em R$ 70 mil pode gerar despesas médias de aproximadamente R$ 11 mil por ano. Esses custos variam conforme o uso, o modelo e o tempo de posse do veículo, o que torna fundamental entender o real impacto financeiro para fazer escolhas conscientes.

Para quem utiliza o carro com pouca frequência, alternativas como o aluguel e a assinatura de veículos têm ganhado espaço. O setor de locação cresceu 125% nos últimos cinco anos, e em 2024 as locadoras foram responsáveis por 26% dos emplacamentos de carros zero quilômetro no país. A Turbi, por exemplo, oferece locação 100% digital, com aluguel a partir de uma hora e planos de assinatura mensal, proporcionando flexibilidade e redução dos custos fixos da posse.

Segundo Luiz Bonini, CRO da Turbi, “o modelo de locação sob demanda se consolida como solução de mobilidade urbana e alternativa real à posse”, destacando que a escolha entre comprar, alugar ou assinar depende do perfil e da rotina de cada pessoa. Para quem precisa do carro apenas em momentos específicos, o aluguel é mais vantajoso; para uso frequente, a assinatura oferece conveniência sem os custos fixos; e para usos intensos, a compra ainda pode ser a melhor opção.

Conhecer esses custos e alternativas é essencial para que as famílias possam equilibrar o orçamento e escolher a melhor forma de se locomover, sem abrir mão da praticidade e da liberdade que um carro pode oferecer.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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