Câncer de pele: saiba identificar os sinais de alerta e proteger sua pele diariamente
Entenda como a radiação UV afeta a pele, os principais sintomas do câncer e a importância da prevenção contínua
A radiação ultravioleta (UV) é uma das principais responsáveis por danos à saúde da pele, que vão desde o envelhecimento precoce até o desenvolvimento do câncer cutâneo. Apesar de ser um tema amplamente discutido, muitas pessoas ainda subestimam os riscos da exposição solar diária, seja durante deslocamentos urbanos, atividades ao ar livre ou mesmo em dias nublados. Com base em dados da assessoria de imprensa, reunimos informações essenciais para você identificar os sinais de alerta do câncer de pele e adotar hábitos preventivos eficazes.
Segundo o oncologista de pele Dr. Rafael Schmerling, a radiação UV prejudica a pele ao danificar as células e interferir no DNA, o que pode gerar mutações que evoluem para o câncer. A exposição contínua ao sol ao longo da vida está associada ao surgimento de carcinomas, enquanto a exposição intensa durante a infância e adolescência aumenta o risco de melanoma, um tipo mais agressivo da doença.
É importante destacar que a sensibilidade à radiação UV varia conforme o tipo de pele. Pessoas com pele clara, que não bronzeiam facilmente, têm maior predisposição a danos celulares causados pelo sol. Por isso, o uso diário do protetor solar é fundamental, mesmo em dias nublados, já que os índices de radiação UV permanecem altos. O especialista ressalta que a dificuldade em aderir ao uso do protetor muitas vezes está relacionada ao desconforto sensorial do produto, mas que atualmente há opções mais adequadas para todos os tipos de pele.
Além do protetor solar, outras medidas eficazes para reduzir o impacto da radiação UV incluem o uso de roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e a busca por sombra, especialmente entre 9h e 16h, período de maior intensidade solar. Atividades ao ar livre e deslocamentos diários, como caminhar ou andar de moto, aumentam a exposição e, consequentemente, o risco de danos. Por isso, a proteção deve ser redobrada nesses casos.
Para identificar possíveis sinais de câncer de pele, fique atento a nódulos em crescimento, feridas que não cicatrizam e pintas atípicas. No caso do melanoma, a regra do ABCDE ajuda a reconhecer características suspeitas: assimetria, bordas irregulares, múltiplas cores, diâmetro maior que meio centímetro e evolução da lesão. Ao notar qualquer alteração, procure um dermatologista para avaliação e diagnóstico precoce.
O acompanhamento dermatológico anual é recomendado, principalmente para pessoas de pele clara ou com histórico familiar de melanoma. Além do exame médico, o autoexame regular das pintas é uma prática importante para a detecção precoce. Em casos de maior risco, exames como a dermatoscopia digital podem ser indicados para monitoramento detalhado.
Em resumo, informação, vigilância e proteção diária são os pilares para preservar a saúde da pele e reduzir os riscos do câncer. Adotar hábitos simples, como o uso constante de protetor solar e roupas adequadas, pode fazer toda a diferença na prevenção dessa doença.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



