Médica esclarece 10 dúvidas comuns sobre o uso seguro do protetor solar

Especialista desmente mitos e reforça a importância da fotoproteção para todos os tipos de pele

Nos últimos meses, uma série de informações falsas sobre o uso do protetor solar tem circulado nas redes sociais, gerando dúvidas e preocupações. Para esclarecer os principais questionamentos, a médica especialista em dermatologia estética e professora do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Tatiane Ayumi Tokashiki, respondeu às dez dúvidas mais comuns sobre o tema. Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Centro Universitário Integrado.

A especialista destaca que o protetor solar é um dos principais aliados na prevenção de doenças e problemas cutâneos, e desmente mitos que vêm sendo compartilhados. Por exemplo, não há evidências científicas que comprovem que o filtro solar cause câncer; pelo contrário, seu uso regular reduz o risco de câncer de pele. Outro equívoco frequente é a ideia de que pessoas com pele negra não precisam de proteção solar. Embora a melanina ofereça uma proteção natural maior, a pele negra também pode desenvolver manchas, melasma, fotoenvelhecimento e câncer, que podem ser prevenidos com o uso do filtro solar.

Além disso, a médica alerta que o protetor deve ser usado mesmo em dias nublados, pois até 80% da radiação UVA atravessa as nuvens e pode causar danos à pele. Também esclarece que o uso do filtro solar não impede a produção de vitamina D, já que exposições curtas ao sol, sem proteção, em horários de menor intensidade, são suficientes para a síntese da vitamina.

Gestantes e crianças merecem cuidados especiais. As grávidas devem consultar um dermatologista para orientações específicas, enquanto a fotoproteção deve começar cedo nas crianças, a partir dos seis meses de idade, com o uso de filtros físicos, chapéus, bonés e roupas com proteção UVA. Bebês menores de seis meses não devem ser expostos diretamente ao sol.

Na escolha do protetor solar, é importante optar por produtos com fator de proteção 30 ou superior, que ofereçam proteção UVA/UVB. A textura deve ser adequada ao tipo de pele: oil free ou toque seco para pele oleosa, cremes para pele seca e filtros minerais para pele sensível. Pessoas de pele clara podem preferir FPS 50 ou 70, e o uso de protetores com cor ajuda na proteção contra a luz visível.

Embora seja possível usar o mesmo protetor no rosto e no corpo, o ideal é escolher produtos específicos para cada área, pois os corporais podem ser mais oleosos e causar acne facial.

Para garantir a eficácia do protetor solar, Tatiane recomenda aplicar a quantidade adequada (uma colher de chá para rosto, pescoço e orelhas e três colheres de sopa para o corpo), passar o produto 15 minutos antes da exposição, reaplicar a cada duas horas ou após suor intenso, mergulho ou uso de toalha, e usar diariamente, inclusive no inverno e em dias nublados. O protetor deve ser o último produto do skincare antes da maquiagem ou exposição ao sol.

Por fim, a médica reforça a importância do uso de barreiras físicas como chapéus, bonés, guarda-sóis, óculos de sol e roupas com proteção UV para uma proteção completa. Quem trabalha exposto ao sol deve estar atento a sinais diferentes na pele e procurar um dermatologista ao notar manchas ou alterações.

Com informações confiáveis e orientações claras, o uso do protetor solar permanece essencial para a saúde e beleza da pele feminina.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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