Exames de imagem para maiores de 50 anos atingem recorde histórico em 2025

Diagnóstico precoce e tecnologia avançada impulsionam a saúde e qualidade de vida da população 50+

Um levantamento inédito divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) revela que, em 2025, os exames de imagem realizados em pacientes com mais de 50 anos atingiram um recorde histórico. Até novembro deste ano, foram realizados mais de 2,3 milhões de exames nesse grupo, superando o total de todo o ano anterior. Os dados foram obtidos a partir da análise de quase 16 milhões de exames realizados entre 2018 e 2025, evidenciando o crescimento constante da demanda por diagnóstico por imagem entre a população madura.

O Brasil está passando por um rápido processo de envelhecimento, e, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2030 haverá mais idosos do que crianças no país. Esse cenário reforça a necessidade de estratégias eficazes de prevenção e cuidado contínuo para garantir qualidade de vida a essa parcela da população. A FIDI destaca que o pico de exames ocorre entre os 60 e 62 anos, com as mulheres representando cerca de 62% dos atendimentos, o que corresponde a 1,45 milhão de exames femininos em 2025.

Os exames mais frequentes refletem as principais demandas de saúde dessa faixa etária. O Raio-X de Tórax e a Mamografia continuam no topo da lista, enquanto procedimentos de alta complexidade, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, são essenciais para diagnósticos neurológicos, oncológicos e musculoesqueléticos. A ultrassonografia permanece uma ferramenta versátil para avaliação do abdome, pelve e tireoide, e a densitometria óssea é fundamental para o monitoramento da osteoporose.

Além do aumento no volume de exames, a FIDI também observa a consolidação do comportamento digital entre os pacientes 50+. Mais de 1,2 milhão de acessos ao portal de resultados foram registrados, com cerca de 1 milhão de exames vinculados a e-mails cadastrados. Isso demonstra que esse público está cada vez mais conectado e engajado no acompanhamento da própria saúde.

Simone Vicente, CEO da FIDI, ressalta a importância do diagnóstico por imagem para o envelhecimento saudável: “Estamos vivendo um movimento demográfico irreversível. À medida que a população envelhece, precisamos de estratégias que combinem tecnologia, precisão diagnóstica e humanização. O diagnóstico por imagem é um dos grandes aliados para garantir dignidade no envelhecimento, preservar a autonomia e oferecer qualidade de vida aos brasileiros que já passaram dos 50 anos.”

O superintendente médico da FIDI, Dr. Harley de Nicola, reforça o impacto clínico dos exames: “Com protocolos otimizados e equipamentos de alta resolução, conseguimos identificar precocemente doenças crônicas, estratificar riscos e orientar condutas terapêuticas. Esse olhar atento é fundamental para prevenir incapacidades e garantir longevidade com qualidade.”

O crescimento expressivo no uso de tecnologias como tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia e densitometria óssea evidencia como a radiologia se tornou um pilar fundamental da prática médica moderna. Investir em diagnóstico por imagem é, portanto, uma estratégia essencial para a saúde preventiva, especialmente diante do envelhecimento acelerado da população brasileira.

Este conteúdo foi elaborado com base em dados fornecidos pela assessoria de imprensa da FIDI, reforçando a importância do diagnóstico precoce e da tecnologia para a saúde da mulher e da população 50+.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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