Médica desmente mitos e reforça a importância do filtro solar para todos os tipos de pele

Especialista esclarece dúvidas comuns e alerta sobre os riscos da exposição solar sem proteção

Nos últimos meses, uma série de fake news sobre o uso do filtro solar tem circulado nas redes sociais, gerando dúvidas e preocupações. Para esclarecer essas informações equivocadas, a médica especialista em dermatologia estética Tatiane Ayumi Tokashiki, professora do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), responde às principais questões sobre o tema, reforçando a importância do protetor solar para a prevenção de doenças cutâneas.

Uma das mentiras mais comuns é que o filtro solar causaria câncer. Tatiane explica que “não há nenhum estudo científico em humanos que indique o aumento de câncer por uso de filtro solar. Pelo contrário, são décadas de evidências mostrando a redução de câncer de pele com o uso regular do produto.” Outro mito bastante difundido é que pessoas com pele negra não precisam de proteção solar. A especialista alerta que, embora a melanina ofereça uma proteção natural maior, a pele negra pode desenvolver manchas, melasma, fotoenvelhecimento e até câncer, e o uso do filtro solar é fundamental para prevenir esses problemas.

Além disso, a médica desmente a ideia de que não é necessário usar protetor em dias nublados, já que até 80% da radiação UVA atravessa as nuvens, podendo causar danos à pele. Ela também esclarece que o filtro solar não faz mal à pele nem ao organismo, e que seu uso não impede a produção de vitamina D, pois a síntese pode ocorrer com exposições curtas ao sol sem proteção.

Para gestantes, o cuidado com a fotoproteção é ainda mais importante, e o acompanhamento dermatológico é recomendado. Crianças a partir dos seis meses devem usar filtro solar diariamente, preferencialmente filtros físicos, além de proteção com chapéus e roupas adequadas. Bebês menores de seis meses não devem ser expostos diretamente ao sol.

Na escolha do protetor solar, a especialista recomenda produtos com fator de proteção 30 ou superior, que ofereçam proteção UVA/UVB. A textura deve ser adequada ao tipo de pele: oil free para pele oleosa, cremes para pele seca e filtros minerais para peles sensíveis. Pessoas de pele clara devem optar por FPS 50 ou 70 e considerar filtros com cor para proteção contra luz visível.

Tatiane também destaca que, apesar de ser possível usar o mesmo protetor no rosto e corpo, o ideal é escolher produtos específicos para cada área, já que protetores corporais podem ser mais oleosos e causar acne facial.

Para garantir a eficácia da proteção solar, é fundamental aplicar a quantidade correta (uma colher de chá para rosto, pescoço e orelhas e três colheres de sopa para o corpo), passar o produto 15 minutos antes da exposição, reaplicar a cada duas horas ou após suor, mergulho ou uso de toalha, e usar diariamente, inclusive no inverno e em dias nublados. O protetor deve ser o último produto do skincare antes da maquiagem ou exposição ao sol.

Por fim, a médica reforça a importância do uso de barreiras físicas, como chapéus, bonés, guarda-sóis, óculos escuros e roupas com proteção UV, além da atenção constante à pele. “Em caso de aparecimento de manchas ou sinais diferentes, busque um dermatologista imediatamente”, orienta Tatiane.

Este conteúdo foi elaborado com informações da assessoria de imprensa do Centro Universitário Integrado, com o objetivo de combater a desinformação e promover cuidados essenciais para a saúde da pele.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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