Método brasileiro usa proporção áurea para corrigir formatos de olhos com extensão de cílios

Técnica inédita aplica matemática da beleza para resultados naturais e personalizados no olhar

O mercado de procedimentos estéticos no Brasil está em constante crescimento, especialmente em técnicas que valorizam a naturalidade e a precisão. Entre as inovações recentes, destaca-se um método pioneiro desenvolvido pela especialista Amanda Rhuâna, que utiliza a matemática da beleza para corrigir formatos de olhos por meio da extensão de cílios. A técnica inédita no país aplica a proporção áurea, uma razão matemática de 1,618 presente em estudos de simetria facial, arquitetura e design, para analisar a simetria ocular e orientar procedimentos com maior exatidão.

Segundo dados da assessoria de imprensa, a HarmonyLash, metodologia criada por Amanda, identifica características naturais do olhar, como pálpebras caídas, olhos descendentes, assimetrias e distorções, antes da aplicação dos cílios. “A proporção áurea funciona como um mapa que orienta a leitura anatômica do olhar. Quando o profissional compreende essas relações, ele consegue corrigir excessos e entregar um resultado mais equilibrado”, explica a especialista. Isso reduz os resultados artificiais e amplia a previsibilidade técnica, garantindo que o procedimento respeite as particularidades de cada pessoa.

Embora a proporção áurea já seja utilizada em cirurgias plásticas e harmonizações faciais, sua aplicação em técnicas não invasivas do olhar ainda é pouco difundida. Pesquisas indicam que a percepção de beleza está diretamente ligada à proporcionalidade entre linhas e pontos do rosto, o que reforça a importância de protocolos baseados em métricas científicas. No entanto, o setor de extensão de cílios no Brasil ainda carece de padronização, com formações técnicas heterogêneas e cursos curtos, segundo estudo da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

A metodologia de Amanda parte da mensuração precisa de distâncias entre os cantos dos olhos, altura da pálpebra, curvatura natural e densidade dos fios. Com esses dados, o profissional pode escolher as combinações ideais de curvaturas e comprimentos, evitando que o procedimento acentue assimetrias já existentes. “O olhar é uma das regiões mais complexas do rosto. Quando existe um parâmetro matemático para guiar o diagnóstico, o risco de resultado artificial diminui e a naturalidade se torna mais alcançável”, destaca Amanda.

Com mais de 3 mil alunas formadas em diversos países e presença em eventos importantes do setor, a especialista defende que a profissionalização da área depende da adoção de metodologias estruturadas e métricas claras. Isso beneficia tanto os profissionais quanto as clientes, que passam a compreender melhor as limitações anatômicas e as possibilidades de ajustes dentro das técnicas não invasivas.

Para quem busca procedimentos para o olhar, a recomendação é dar atenção à formação técnica do profissional, realizar uma avaliação detalhada antes do procedimento e valorizar métodos que utilizem referências matemáticas para diagnósticos mais precisos. Essa abordagem é especialmente indicada para pessoas com assimetrias marcantes, olhos descendentes ou diferenças de altura entre os olhos.

À medida que o mercado estético evolui, a união entre ciência e estética ganha espaço, e a aplicação da matemática da beleza em técnicas como a extensão de cílios abre caminho para novos estudos e protocolos no Brasil, promovendo resultados mais naturais, personalizados e harmoniosos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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