Estudo inédito revela visão dos líderes brasileiros sobre o futuro da segurança de aplicações em 2026
Pesquisa da Conviso aponta tendências e desafios do AppSec para empresas que buscam inovação e proteção digital
A Conviso lançou um estudo inédito que revela como líderes brasileiros de segurança da informação enxergam o futuro da Segurança de Aplicações (AppSec) em 2026. Com base em entrevistas qualitativas realizadas em novembro de 2025, a pesquisa ouviu especialistas de algumas das empresas mais inovadoras do país, incluindo instituições financeiras e companhias altamente expostas a fraudes globais.
A segurança de aplicações é um campo essencial para proteger softwares contra falhas e ataques, especialmente em um cenário de crescente complexidade das ameaças cibernéticas, rápida adoção de arquiteturas cloud-native e APIs, além de exigências regulatórias cada vez mais rigorosas. Segundo Jecilene Amaro, especialista da Conviso, “qualquer empresa, de um banco a uma healthtech, depende de software como estrutura central do negócio. E isso muda tudo.”
O mercado global de soluções para segurança de aplicações está projetado para crescer de US$ 7,5 bilhões em 2025 para cerca de US$ 21 bilhões até 2032, com uma taxa anual composta de crescimento (CAGR) de 15,9%. Esse crescimento é impulsionado pela necessidade de proteger operações digitais que não podem parar, garantindo a confiança da marca e do cliente.
O estudo da Conviso foi estruturado em quatro pilares principais: evolução e contexto estratégico, cultura, liderança e priorização, desafios e barreiras, além de futuro e tendências até 2026. A análise detalhada do conteúdo está sendo conduzida pelo time de Product Marketing da empresa, e os resultados serão apresentados em um webinar no dia 16 de dezembro de 2025.
Para Amaro, o desafio atual do AppSec não é apenas criar barreiras, mas integrar inteligência, cultura e automação no ciclo de engenharia. “Segurança não é custo, é continuidade. Empresas que adotam práticas maduras de AppSec reduzem retrabalho, evitam incidentes de alto impacto e ganham velocidade operacional.” Ela reforça que “empresas que adotam ciclos de desenvolvimento seguros lançam produtos mais rápido, escalam com menos retrabalho e garantem que cada interação do usuário ocorra em um ambiente confiável.”
Além do impacto técnico, falhas em aplicações podem causar interrupções de negócio, riscos financeiros e ameaças à experiência do usuário. “Uma vulnerabilidade pode expor dados sensíveis, derrubar serviços em horários de pico ou permitir fraudes capazes de comprometer marcas consolidadas”, alerta a especialista.
A Conviso espera que o relatório sirva como um roteiro para que outras empresas aprimorem suas estratégias de AppSec, equilibrando velocidade, inovação e resiliência, especialmente com a inteligência artificial no centro das discussões. O documento propõe uma reorganização de prioridades e a consolidação de práticas capazes de sustentar o crescimento das organizações nos próximos anos.
Este conteúdo foi elaborado com base em dados fornecidos pela assessoria de imprensa da Conviso. Para mais informações e acesso ao webinar, visite o site oficial da empresa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



