Esteticistas x Cirurgiões Plásticos: Entenda os Limites e a Importância da Atuação Segura
Saiba quais procedimentos cada profissional pode realizar e por que a parceria entre eles é essencial para sua segurança e resultados
O setor de estética no Brasil movimenta cerca de R$ 130 bilhões por ano, refletindo o crescente interesse das mulheres por tratamentos que prometem beleza e bem-estar. Com o avanço das tecnologias, porém, surgem dúvidas sobre quem está habilitado para realizar determinados procedimentos estéticos. Para esclarecer essas questões, a cirurgiã plástica Dra. Pamela Massuia explica os limites entre a atuação dos esteticistas e dos médicos, especialmente dos cirurgiões plásticos.
Segundo a especialista, os esteticistas são essenciais para a manutenção da saúde e beleza da pele, atuando em tratamentos superficiais e não invasivos, como limpeza de pele, peelings superficiais, massagens, drenagens, lasers de baixa potência, radiofrequência e cuidados com skincare. “Porém, quando se trata de procedimentos que atingem estruturas profundas — músculos, gordura ou SMAS —, apenas médicos estão capacitados”, destaca Dra. Pamela.
O SMAS (Sistema Musculoponeurótico Superficial) é uma camada importante para a sustentação facial, e sua manipulação exige conhecimento anatômico avançado e protocolos cirúrgicos específicos. Procedimentos como lipoaspiração, mastopexia, próteses de mama, abdominoplastia, blefaroplastia, ninfoplastia e injetáveis profundos são exemplos de intervenções que devem ser realizadas exclusivamente por cirurgiões plásticos. Além disso, tecnologias médicas avançadas, como lasers ablativos e Ultraformer profundo, também requerem formação médica.
Dra. Pamela alerta para os riscos de ignorar esses limites: “Complicações graves, como lesões nervosas, queimaduras e resultados irreversíveis, têm aumentado quando procedimentos profundos são feitos por profissionais não qualificados.” Ela reforça a importância de buscar profissionais certificados e filiados a sociedades médicas reconhecidas para garantir segurança e bons resultados.
A parceria entre esteticistas e médicos é fundamental para potencializar os benefícios dos tratamentos. Enquanto os esteticistas cuidam da pele antes e depois dos procedimentos médicos, ajudando na cicatrização e prolongando os efeitos, os cirurgiões plásticos realizam as intervenções mais complexas. Essa colaboração respeita os limites de cada profissão e prioriza o bem-estar da paciente.
Procedimentos delicados, como as cirurgias íntimas femininas — ninfoplastia e lipo pubiana —, exemplificam a necessidade de avaliação individualizada e abordagem humanizada. “Além do resultado estético, nosso objetivo é proporcionar conforto, bem-estar e harmonia para cada paciente”, conclui Dra. Pamela.
Este conteúdo foi elaborado com informações fornecidas pela assessoria de imprensa, reforçando a importância da segurança e da formação profissional no universo da estética. Conhecer os limites de atuação de cada profissional é essencial para garantir saúde, beleza e qualidade de vida.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



