“Porca Gorda”: livro que desafia padrões e discute gordofobia é destaque de 2025

Obra da mineira Jéssica Balbino une corpo, desejo e dissidência em narrativa potente e premiada

Em um cenário marcado pela valorização da magreza extrema, o livro “Porca Gorda”, da escritora, jornalista e curadora mineira Jéssica Balbino, se destaca como uma obra essencial para o debate sobre gordofobia e a valorização de corpos dissidentes. Eleito um dos melhores livros de 2025 pela revista O Odisseu — importante publicação brasileira dedicada à literatura contemporânea e crítica cultural — o livro reafirma a força da literatura que emerge fora dos centros tradicionais, trazendo à tona narrativas do corpo, do desejo e da dissidência.

Com cerca de 120 páginas, “Porca Gorda” é uma autoficção que mistura escrita de urgência, erotismo, memória e uma linguagem incisiva. A obra parte da experiência corporal para abordar temas como violência simbólica, rebeldia e ruptura, articulando política e intimidade com densidade e humor. Segundo a curadoria da revista, que inclui professores, críticos, jornalistas e escritores, o livro dialoga diretamente com debates feministas contemporâneos, ampliando o campo da escrita do eu para incluir corpos historicamente marginalizados e realidades periféricas.

Desde seu lançamento, “Porca Gorda” esgotou a primeira tiragem, circulou por festivais literários em diversas regiões do país, integrou clubes de leitura e se tornou tema de discussões em universidades, escolas e centros culturais. A recepção crítica e o alcance da obra indicam um interesse crescente por narrativas que rompem com modelos hegemônicos e reposicionam o corpo como espaço central de produção de conhecimento e linguagem.

Jéssica Balbino, natural de Poços de Caldas (MG), é uma voz ativa no circuito literário e cultural brasileiro, com participações em eventos como Flip, FLIPEI, Balada Literária, FLIMA e Estéticas das Periferias. Além de escritora, ela é jornalista e curadora, dedicando-se à pesquisa de narrativas do corpo, das dissidências e das periferias. Sua trajetória reforça a importância de “Porca Gorda” não apenas como obra literária, mas como manifesto político e cultural.

A presença do livro na lista dos melhores do ano da revista O Odisseu legitima uma narrativa urgente, profundamente conectada aos debates feministas e contemporâneos do Brasil. Em tempos de invisibilização de corpos dissidentes, a obra de Jéssica Balbino reafirma a potência da literatura que questiona padrões estéticos e amplia a noção de “corpo permitido” na sociedade brasileira.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa, reforçando a relevância de “Porca Gorda” para o universo feminino e para a reflexão sobre corpo, desejo e resistência na literatura contemporânea.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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