Brasileiros buscam líderes empáticos e abertos ao aprendizado, aponta estudo global

Pesquisa revela que a liderança ideal no Brasil combina disciplina, empatia e curiosidade para inspirar equipes

Um estudo global realizado pela Hogan Assessments em parceria com a Ateliê RH revelou que os brasileiros desejam líderes mais empáticos, curiosos e comprometidos com o aprendizado contínuo. A pesquisa, que contou com a participação de 257 profissionais brasileiros, destaca uma mudança significativa nas expectativas sobre a liderança no país, valorizando cada vez mais a conexão humana aliada à disciplina e ao rigor técnico.

Segundo o levantamento, 75% dos entrevistados esperam que seus líderes sejam orientados a metas e resultados, mas há uma clara preferência por comportamentos mais humanos, próximos e colaborativos. Curiosidade e pensamento estratégico foram citados por 72% dos participantes como traços essenciais, o mesmo percentual que destacou a empatia e a comunicação sensível como pilares fundamentais da liderança eficaz. Além disso, 69% valorizam líderes dispostos a aprender continuamente, enquanto 58% reforçam a importância de foco e organização nos processos.

Roberto Santos, diretor-geral da Ateliê RH, ressalta que “o líder ideal, na visão dos brasileiros, é aquele que combina performance com propósito, autoridade com proximidade e controle com visão estratégica — alguém capaz de inspirar pela consistência, mas também de conectar-se genuinamente com as pessoas que lidera”. Essa visão reflete um equilíbrio entre estrutura e flexibilidade, disciplina e abertura para novas formas de pensar e trabalhar.

O estudo também aponta que os líderes brasileiros são, em geral, ambiciosos, prudentes e altamente orientados a regras, o que pode torná-los rígidos em contextos que exigem mudanças rápidas ou estilos mais participativos. No entanto, os respondentes associam o bom líder à organização, à energia para execução e à orientação a processos, características que garantem previsibilidade e consistência.

Outro ponto relevante da pesquisa é o que os brasileiros querem evitar em seus líderes. A prepotência e arrogância são rejeitadas, enquanto a inteligência emocional, resiliência (84%), humildade e abertura a feedback (72%) são altamente valorizadas. Para Santos, “estes resultados indicam uma expectativa sobre a liderança eficaz que deve ser considerada tanto nos processos de seleção quanto no desenvolvimento e coaching”.

Além disso, os valores esperados da liderança no Brasil estão mudando. Os colaboradores desejam uma cultura de trabalho em equipe e senso de pertencimento (61%), decisões baseadas em fatos e dados (57%) e preocupação com o bem-estar dos colaboradores. No campo das competências, a integridade lidera o ranking, seguida por comunicação, responsabilização, tomada de decisão e confiabilidade, reforçando a importância da ética e da consistência comportamental.

Por fim, o estudo reforça que a liderança eficaz é um reflexo cultural e que líderes que escutam e agem conforme o feedback aumentam o engajamento e impulsionam resultados organizacionais. Em um mercado globalizado, compreender as motivações e características da liderança brasileira é uma vantagem estratégica para as empresas.

Este conteúdo foi elaborado com base em dados fornecidos pela assessoria de imprensa da Ateliê RH.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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