Empreendedorismo feminino: conheça as líderes que transformam a economia brasileira em 2026

Mulheres inovam, conectam propósito e impacto social, e se tornam referências em setores estratégicos no Brasil

O protagonismo feminino no empreendedorismo brasileiro está cada vez mais evidente e se consolida como uma das principais forças que movimentam a economia em 2026. Dados da assessoria de imprensa destacam quatro líderes que, em setores distintos, mostram como a liderança feminina está redefinindo o conceito de empreender no país, conectando propósito, tecnologia, impacto social e inclusão.

Fanny Moral, cofundadora da Eureka Coworking, transformou um negócio que começou em uma garagem na Vila Mariana, São Paulo, em uma das maiores redes de coworking, com unidades em São Paulo, Campinas e Lisboa. Para ela, empreender significa enxergar possibilidades e abrir portas para outras mulheres. “A liderança feminina traz uma perspectiva única, capaz de transformar o ambiente corporativo em um espaço mais empático e inclusivo”, destaca Fanny.

No universo do e-commerce, Anita Bataglin é referência nacional. Com mais de 15 anos de experiência, ela atua como Chief Revenue Officer (CRO) da Unlock, acelerando negócios por meio da inovação e do uso estratégico de dados. Anita ressalta que “empreender é um ato de coragem e colaboração” e que o movimento feminino no mercado incentiva mais mulheres a ocuparem espaços de influência, abrindo caminhos para outras.

Laila Martins, fundadora e CEO do Saber em Rede, criou a maior rede de captação de alunos para Instituições de Ensino Superior no Brasil. A plataforma já distribuiu mais de R$ 22 milhões em comissões e ajudou a inserir mais de 150 mil estudantes em universidades parceiras. Laila destaca que a tecnologia potencializa a eficiência operacional e personaliza estratégias, mesmo diante dos desafios burocráticos e tributários enfrentados pelos empreendedores no país.

Na área de cibersegurança, Alexa Souza, fundadora e CTO da ViperX, se destaca como uma das profissionais mais qualificadas do mundo. Sua startup é referência em defesa digital e formação de novos talentos, promovendo a inclusão de mulheres e pessoas trans no setor tecnológico. Alexa afirma que “empreender na cibersegurança é sobre construir confiança” e que a presença feminina e LGBTQIAPN+ amplia a inovação e o sentido humano por trás da tecnologia.

Essas histórias mostram que o empreendedorismo feminino no Brasil vai além do crescimento econômico: é um movimento que promove diversidade, inovação e impacto social, moldando um mercado mais inclusivo e preparado para os desafios do futuro. Em 2026, essas líderes inspiram uma nova geração de mulheres a transformar ideias em negócios de sucesso, conectando propósito e tecnologia para gerar mudanças reais na sociedade.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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