Pólipo, Cisto ou Mioma: saiba quando é hora de buscar ajuda médica

Entenda as diferenças entre essas alterações ginecológicas e como agir para cuidar da sua saúde

Alterações no corpo feminino, como pólipos, cistos e miomas, são motivos comuns de preocupação, mas entender as diferenças entre eles é fundamental para agir da melhor forma. Com base em informações da assessoria de imprensa e orientações do ginecologista Dr. Marcos Tcherniakovsky, especialista em endometriose, explicamos o que cada condição representa e quando é hora de acender o alerta.

Os pólipos são crescimentos anormais de tecido que se projetam a partir de uma membrana mucosa, podendo surgir em diferentes partes do corpo, inclusive no útero. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a maioria dos pólipos é benigna. “A presença do pólipo não deve ser motivo de desespero e tampouco significa câncer. O fundamental é realizar uma avaliação médica detalhada. Localização, tamanho e morfologia são determinantes para definir a conduta”, destaca o especialista. Alterações hormonais estão entre as principais causas do seu aparecimento.

Já os cistos são formações cheias de líquido que se desenvolvem dentro ou sobre o ovário, parecendo pequenas bolsas. Muitas vezes, não apresentam sintomas evidentes, o que faz com que algumas mulheres convivam com eles sem perceber. Eles podem surgir e regredir naturalmente ao longo do ciclo menstrual e podem ser benignos ou malignos. “Alguns cistos desaparecem com o uso de anticoncepcionais, mas quando isso não acontece, procedimentos como a videolaparoscopia podem ser indicados”, explica Dr. Marcos. O acompanhamento médico é essencial, especialmente se o cisto persistir ou crescer.

Os miomas, por sua vez, são tumores benignos formados no tecido muscular do útero. Embora comuns, nem sempre causam sintomas. Quando presentes, podem provocar sangramento uterino aumentado, dores pélvicas, desconforto durante a relação sexual, sensação de inchaço, cólicas intensas e até infertilidade. Eles afetam principalmente mulheres em idade reprodutiva, período de maior atividade hormonal.

Além dessas condições, o ginecologista esclarece a diferença entre endometriose e adenomiose, que também causam sintomas semelhantes. A adenomiose ocorre quando o tecido endometrial cresce dentro do músculo uterino, enquanto a endometriose acontece quando esse tecido sai do útero e se implanta na região pélvica ou abdominal. Ambas provocam dores intensas, sangramento aumentado, cólicas incapacitantes e podem comprometer a fertilidade.

Sinais como atrasos menstruais, dores persistentes na região pélvica e cólicas incomuns devem ser investigados. Exames de imagem e, quando necessário, biópsias são essenciais para identificar riscos e orientar o tratamento adequado. A rotina ginecológica regular é uma aliada poderosa para a saúde da mulher e não deve ser negligenciada.

Este conteúdo foi elaborado com base em dados fornecidos pela assessoria de imprensa e orientações médicas especializadas, reforçando a importância do acompanhamento profissional para o diagnóstico e cuidado dessas condições ginecológicas.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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