Planos de saúde caros impulsionam busca por alternativas acessíveis no Brasil
Com reajustes acima da inflação, brasileiros recorrem a clínicas acessíveis e teleconsultas para cuidar da saúde sem pesar no bolso
Os planos de saúde no Brasil têm sofrido reajustes que ultrapassam a inflação, tornando-se cada vez mais difíceis de serem mantidos pelas famílias brasileiras. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o aumento médio dos planos individuais nos últimos três anos superou 15%, o que tem levado muitos consumidores a repensar o custo-benefício de manter um convênio tradicional. Atualmente, três em cada quatro brasileiros vivem sem plano de saúde, dependendo do SUS ou de consultas particulares esporádicas.
De acordo com Rafael Teixeira, CEO da Clínica da Cidade, “o que estamos vendo é um descompasso crescente entre a renda das famílias e o custo do plano. O convênio deixou de ser um benefício e passou a ser um peso fixo no orçamento”. Essa realidade tem impulsionado a busca por alternativas mais acessíveis e flexíveis para o cuidado com a saúde.
Modelos como clínicas acessíveis, teleconsultas e programas de desconto têm ganhado espaço, especialmente entre trabalhadores autônomos e pessoas com renda variável. Embora não substituam os planos de saúde, essas opções ajudam a reduzir a desigualdade no acesso a um atendimento médico de qualidade. Rafael explica que “existe uma demanda reprimida por atendimento rápido e resolutivo. Muitas vezes, a pessoa não precisa de internação, mas sim de uma consulta de qualidade, com preço justo e previsibilidade”.
A Clínica da Cidade, fundada há mais de 20 anos em Campinas (SP), é um exemplo desse modelo inovador. A rede oferece consultas e exames sem mensalidade, com preços acessíveis, e recentemente lançou o Cartão Prevínia, que garante descontos progressivos para quem realiza acompanhamentos de rotina. Exames laboratoriais, por exemplo, podem custar a partir de R$ 7. Essa proposta tem atraído tanto jovens que buscam praticidade quanto idosos que abandonaram os planos tradicionais devido aos reajustes.
Além de facilitar o acesso à saúde preventiva, essas alternativas contribuem para aliviar a pressão sobre o sistema público. “Quando o acesso é fácil e o atendimento é rápido, as pessoas não esperam tanto para procurar ajuda. Isso faz diferença lá na frente, tanto para a saúde de cada um quanto para o equilíbrio do sistema”, conclui Rafael Teixeira.
Com o aumento constante dos custos dos planos de saúde, o brasileiro está aprendendo que cuidar da saúde pode – e deve – ser uma escolha consciente e compatível com o orçamento. A busca por soluções acessíveis e eficazes é uma tendência que deve crescer nos próximos anos, promovendo mais qualidade de vida para todos.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa da Clínica da Cidade.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



