Novo biomarcador pode revolucionar prevenção de doenças cardíacas e diabetes no Brasil

Estudo da Dasa e UERJ valida Índice TyG para identificar resistência à insulina com exames simples

Um estudo inovador realizado pela Dasa em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) traz uma importante contribuição para a prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes, que são as principais causas de morte no Brasil. A pesquisa, baseada em mais de 328 mil registros laboratoriais de pessoas aparentemente saudáveis entre 20 e 65 anos, validou o Índice Triglicerídeo-Glicose (TyG) como um biomarcador acessível e eficaz para detectar a resistência à insulina (RI), um fator central no desenvolvimento dessas doenças.

A resistência à insulina é uma condição que dificulta a ação da insulina no organismo, aumentando o risco de diabetes e problemas cardíacos. Tradicionalmente, sua avaliação é feita pelo método HOMA-IR, que pode ser mais complexo e menos acessível. O estudo demonstrou que o TyG, calculado a partir de exames básicos de glicose e triglicerídeos, pode ser uma alternativa prática e confiável para identificar precocemente esse risco.

“Como uma das pesquisadoras deste trabalho, eu fico muito feliz que o nosso estudo possa vir a colaborar para a detecção e prevenção de doenças crônicas no Brasil”, destaca a endocrinologista Dra. Rosita Fontes. Ela reforça que o TyG “não é apenas um número; é a nossa aposta para democratizar o acesso à identificação precoce da resistência à insulina”, facilitando a prevenção do diabetes e das doenças cardiovasculares.

A diretora de análises clínicas da Dasa, Dra. Maria Helane Gurgel Castelo, ressalta a importância da escala e qualidade dos dados utilizados: “Vejo no TyG a materialização da inteligência de dados aplicada à prevenção. Estamos transformando um volume gigantesco de informações em insights clínicos acionáveis, que empoderam médicos e pacientes na jornada contra doenças crônicas, elevando o padrão do diagnóstico laboratorial no país.”

Além do impacto científico, a superintendente de pesquisa e desenvolvimento da Dasa, Natalia Gonçalves, destaca a relevância social da inovação: “A inovação em saúde não se limita ao laboratório; ela precisa chegar à população de forma prática e educativa, gerando impacto real na vida das pessoas.” O estudo abre caminho para campanhas de conscientização mais eficazes, como as do Setembro Vermelho, que enfatizam a importância dos exames preventivos e de hábitos saudáveis para a saúde cardiovascular.

Este avanço representa um passo importante para a saúde pública brasileira, ao transformar dados laboratoriais em ferramentas acessíveis que podem salvar vidas. A validação do TyG como biomarcador acessível reforça a possibilidade de estratégias de prevenção mais amplas e eficientes, beneficiando milhões de brasileiros.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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