Geração Alpha prevê revolução no trabalho com flexibilidade e tecnologia até 2040
Estudo revela que jovens esperam fim dos longos deslocamentos, uso intenso de IA e trabalho híbrido como padrão
Um estudo recente do International Workplace Group (IWG) revela que a Geração Alpha, composta por jovens nascidos a partir de 2010, espera uma transformação radical no ambiente de trabalho até 2040. A pesquisa, realizada com jovens de 11 a 17 anos e seus pais no Reino Unido e nos Estados Unidos, mostra que 86% desses jovens acreditam que seus empregos serão muito diferentes dos de seus pais, com mudanças significativas na rotina e nas tecnologias utilizadas.
Uma das previsões mais marcantes é o fim dos longos deslocamentos diários. Apenas 29% dos entrevistados esperam levar mais de 30 minutos para chegar ao trabalho, indicando que a maioria terá a flexibilidade de trabalhar de casa ou em locais próximos à sua residência. Além disso, 75% afirmam que reduzir o tempo gasto em deslocamentos será uma prioridade para poder dedicar mais tempo à família no futuro.
A tecnologia também será protagonista nesse novo cenário. Para 88% da Geração Alpha, o uso regular de inteligência artificial (IA) e robôs será parte do cotidiano profissional. Entre as inovações esperadas estão reuniões virtuais em 3D com headsets de realidade virtual, áreas de jogos, cápsulas de descanso, ambientes com temperatura e iluminação personalizadas, além de salas equipadas com realidade aumentada. Um dado curioso é que 32% acreditam que o e-mail será substituído por novas plataformas que facilitem uma colaboração mais eficiente.
O trabalho híbrido, que combina atividades presenciais e remotas, deve se consolidar como o modelo padrão para 81% dos jovens. Apenas 17% esperam trabalhar integralmente em um escritório principal. Essa flexibilidade promete reduzir o estresse, melhorar a saúde e o bem-estar, além de aumentar a produtividade. Um terço da Geração Alpha acredita que a semana de trabalho de quatro dias será comum, refletindo uma busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Segundo Tiago Alves, CEO Brasil do IWG, “as empresas que estruturarem operações híbridas desde já estarão mais preparadas para atrair talentos da Geração Alpha e para competir em um ambiente profissional cada vez mais tecnológico e descentralizado”. Mark Dixon, fundador e CEO do IWG, complementa: “A próxima geração de trabalhadores deixou claro: flexibilidade sobre onde e como trabalhar não é opcional, é essencial”.
Este estudo mostra que a Geração Alpha está pronta para abraçar um futuro do trabalho mais flexível, tecnológico e centrado na qualidade de vida, refletindo mudanças profundas que já começam a ser percebidas no mercado atual. Dados da assessoria de imprensa do IWG embasam essas previsões, que indicam um ambiente profissional muito diferente daquele que conhecemos hoje.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



