Como as tecnologias de 2026 vão revolucionar a saúde e transformar o cuidado no Brasil

Inteligência artificial, automação e integração de dados prometem mais eficiência e atenção personalizada para pacientes e profissionais

A transformação digital na saúde está prestes a alcançar um novo patamar em 2026, trazendo mudanças significativas que podem impactar milhões de pessoas no Brasil. Com base em dados da assessoria de imprensa, especialistas apontam que a inteligência artificial (IA), a integração de dados clínicos e a automação de processos serão os principais pilares dessa revolução.

Imagine sair de uma consulta médica sem precisar repetir exames, pois o profissional já tem acesso ao seu histórico completo em uma única plataforma. Ou ainda, ver os médicos dedicando mais tempo à escuta e ao cuidado do paciente, em vez de se perderem em burocracias e preenchimento de relatórios. Esses cenários, que hoje parecem distantes, devem se tornar realidade em breve.

Isadora Kimura, CEO da Nilo, destaca que “o futuro da inteligência artificial na saúde já está acontecendo”. Segundo ela, a tecnologia deixou de ser uma promessa para se tornar parte do presente, moldando jornadas de cuidado cada vez mais personalizadas, acessíveis e eficientes. A IA permite automatizar tarefas repetitivas, liberando os profissionais para focar no atendimento humanizado. Além disso, com o uso da IA generativa, é possível estruturar informações em um único lugar e gerar insights que melhoram a coordenação do cuidado e possibilitam ações preditivas antes inimagináveis.

Outro avanço importante está na automação com agentes autônomos de IA, que atuam em toda a jornada do paciente — do agendamento à consulta e ao pós-atendimento. Maurício Honorato, CEO da Doutor-AI, explica que “o maior desafio da saúde ainda é o tempo perdido em tarefas manuais”. Médicos chegam a gastar mais de 50% do expediente com papelada e registros administrativos. Ao estruturar dados de forma inteligente, a tecnologia libera os profissionais para se dedicarem ao paciente, e não ao sistema.

Além disso, a inteligência artificial também está transformando a gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Ricardo Queiroz, CEO da Flora Insights, afirma que as novas tecnologias colocam o RH no modo preventivo, detectando sinais precoces que evitam afastamentos e permitem ajustes contínuos para melhorar a performance e a previsibilidade do negócio. Tudo isso alinhado às normas de segurança, com decisões guiadas por evidências que reduzem custos e aumentam resultados.

Com custos crescentes, profissionais sobrecarregados e pacientes mais exigentes, a adoção dessas tecnologias será fundamental para garantir um sistema de saúde mais eficiente, humanizado e acessível. Em 2026, a digitalização da saúde promete não apenas otimizar processos, mas também transformar a experiência de cuidado para milhões de brasileiros.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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