Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2025 divulga finalistas

Recorde de inscrições marca edição que celebra inovação e sustentabilidade nas florestas plantadas

O 3º Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2025 já tem seus finalistas e confirma a força do jornalismo especializado no setor florestal brasileiro. A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) anunciou as reportagens selecionadas neste ano, que teve recorde de inscritos e consolidou a premiação como uma das principais do país voltadas à cobertura do tema.

Com o eixo “Florestas Plantadas e Tecnologia”, a edição 2025 reuniu 37 produções em texto, áudio e vídeo, avaliadas por um júri com cinco especialistas — três representantes do setor florestal e dois profissionais de imprensa. Os vencedores serão revelados no dia 28 de novembro, em Curitiba, durante o jantar anual da entidade.


Comunicação que conecta tecnologia e natureza

As matérias inscritas mostram como o jornalismo tem aproximado o público de tecnologias que já transformam o manejo florestal, a indústria e a bioeconomia no Paraná.

“O trabalho da imprensa é fundamental para manter o público informado sobre um setor que tem enorme importância ambiental, social e econômica. Cada reportagem ajuda a aproximar as tecnologias florestais do cotidiano das pessoas e a mostrar como essa indústria evolui com responsabilidade”, afirma Fabio Brun, presidente da APRE Florestas.


Finalistas por categoria

Vídeo

  • Ric RECORD Paraná — reportagem sobre a força econômica da silvicultura e o protagonismo do Paraná na produção de papel e compensados de pinus.
    Equipe: Grasiani Jacomini, Karina Bernardi, Rafaela Moron, Clemar Malmann, Anne Beckhauser, Vanessa Fontanella e Jean Carlo Tschannerl.

  • Rede Massa — série “Pinus – o tesouro verde do Paraná”, com foco em CLT na construção civil, genética e inovação nas florestas plantadas.
    Equipe: Adriana Justi da Silva Nakata, Angela Iurk Rosa, Rhuan Fellipe Cachel, Valdir Aparecido Bezerra, Bruno Romualdo, Paulo Sérgio Marques da Silva, Giulia Boiko da Costa Lopes e Ana Paula Ribeiro.

  • RPC Foz do Iguaçu — reportagem da série Acesso Restrito, mostrando a cadeia produtiva de papel e celulose por dentro de um complexo industrial.
    Equipe: Franciele John, Aldacir Terres de Lirio, José Roberto Alves e Nestor Lichtenow.


Áudio

  • Radioweb (Brasília)“Construir sem poluir: o futuro das obras já começou”, de Janaina Oliveira, sobre madeira engenheirada e ganhos ambientais.

  • Rádio Banda B — série “Do machado à Inteligência Artificial”, abordando a evolução tecnológica do setor madeireiro.
    Equipe: Francielly Azevedo, Eliane Muiniki e Antonio Nascimento.

  • Rádio CBN Curitiba — série de Grasiani Jacomini, analisando os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos em 2025 e as respostas do setor via inovação e certificação.


Escrita

  • Revista Globo Rural — reportagem de Carolina Mainardes sobre a jornada da madeira da floresta às casas rurais.

  • Jornal de Beltrão — matéria de Niomar Pereira sobre uso de drones, sensores, IA e realidade aumentada no manejo florestal.

  • Bem Paraná — reportagem de Lívia Berbel, com edição de Luísa Mainardes, focando casas de madeira e CLT como futuro da construção sustentável.


Menção honrosa da Embrapa Florestas

A menção honrosa deste ano, concedida pela Embrapa Florestas, foi para a jornalista Mirian Gasparin, do Portal miriangasparin.com.br – Economia & Negócios, com a reportagem “Drones e tecnologia revolucionam a silvicultura”.
O trabalho mostrou como drones se tornaram ferramenta essencial no setor — do mapeamento de grandes áreas ao combate a pragas e incêndios — e apontou que quase 100% das empresas paranaenses já utilizam a tecnologia. A matéria também resgatou o uso pioneiro de drones no Paraná nos anos 1980 e discutiu desafios como regulamentação, capacitação e investimento.


Quando saem os vencedores?

Os premiados serão anunciados durante o jantar anual da APRE, em 28 de novembro, em Curitiba.

Dica Afina Menina: por trás de cada floresta bem manejada existe inovação operando em silêncio — e o jornalismo é quem dá voz a essa transformação. Onde a tecnologia encontra a natureza, surge o futuro.

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