O homem bissexual ressignifica a masculinidade e encontra espaço para existir em paz

Entre tabus e liberdade, homens bissexuais compartilham suas histórias e descobertas em ambientes acolhedores

A bissexualidade masculina, embora muitas vezes invisibilizada, é uma realidade cada vez mais reconhecida e acolhida. Dados recentes da assessoria de imprensa do app de relacionamentos liberais Ysos revelam relatos reais de homens que estão ressignificando a própria masculinidade ao viverem suas descobertas afetivas e sexuais com mulheres e homens.

Durante décadas, a sociedade impôs um modelo rígido de masculinidade, limitando o desejo masculino a uma única forma heterossexual. A neuropsicanalista clínica Sanny Rodrigues explica que esse apagamento da bissexualidade masculina não significa ausência, mas sim o resultado do machismo estrutural. “Determinou-se apenas um tipo de desejo aceitável para homens. Quando aparece algo que amplia essa experiência, muitos se assustam. Mas não é o desejo que adoece, é o silêncio.”

Os relatos de Tales e Rogério, usuários do Ysos, ilustram os desafios enfrentados dentro das próprias relações e famílias. Tales, que construiu vínculos afetivos principalmente com mulheres, expandiu sua experiência ao viver um relacionamento quadrisal com sua esposa e outro casal, destacando a intimidade diferenciada entre gêneros dentro do grupo. Já Rogério compartilha que sua bissexualidade foi confundida com indecisão, e que o medo do julgamento limitou sua expressão afetiva com homens. Ambos ressaltam a importância do diálogo para superar dúvidas e preconceitos.

O meio liberal, especialmente o app Ysos, surge como um espaço fundamental para o autoconhecimento e a liberdade. “A primeira vez que entrei no app, senti que ali eu poderia ser eu mesmo”, conta Tales. Rogério reforça que o contato com pessoas que passaram por experiências semelhantes mudou sua sensação de pertencimento. Para Gustavo Ferreira, head de marketing do Ysos, a plataforma oferece encontros sinceros e um ambiente onde homens bissexuais não precisam se justificar, apenas existir.

Sanny Rodrigues destaca que viver a bissexualidade sem medo é essencial para a saúde emocional e para construir relações mais leves e verdadeiras. Ela orienta que construir redes de apoio, comunicar limites e desejos, escolher ambientes acolhedores, explorar o desejo com responsabilidade e buscar apoio profissional são passos importantes para fortalecer a autonomia emocional e sexual. “A liberdade não é só poder viver o desejo. É poder viver sem medo de quem se é”, conclui.

Assim, a bissexualidade masculina deixa de ser tabu para se tornar uma oportunidade de ampliar a forma de ser homem, promovendo mais sensibilidade, afeto e comunicação. Espaços como o Ysos e o diálogo aberto contribuem para que esses homens possam existir com leveza e autenticidade, ressignificando a masculinidade em um mundo que caminha para a diversidade e o respeito.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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