Diagnóstico precoce é chave para combater o câncer, alerta Sociedade Brasileira de Patologia

No Dia Nacional de Combate ao Câncer, especialistas reforçam sinais de alerta e prevenção para salvar vidas

No Dia Nacional de Combate ao Câncer, celebrado em 27 de novembro, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) destaca a importância do diagnóstico precoce como principal estratégia para reduzir a mortalidade causada pela doença no Brasil. Segundo dados da assessoria de imprensa da SBP, o patologista é o especialista fundamental para confirmar o tipo de tumor, seu estágio e características essenciais para definir o tratamento mais adequado, por meio de exames como biópsias e imuno-histoquímica.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), os cânceres mais comuns no país são os de mama feminina, próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e colo do útero. Todos apresentam maiores chances de cura quando detectados precocemente. No entanto, dados do Instituto Oncoguia revelam que cerca de 62% dos pacientes iniciam o tratamento com tumores em estágio avançado, o que dificulta o tratamento e reduz as possibilidades de cura.

A observação atenta do próprio corpo é fundamental para identificar sinais que podem indicar a presença de câncer. Entre os sintomas que merecem atenção estão nódulos persistentes, sangramentos incomuns, perda de peso inexplicada, alterações na pele ou nas fezes, fadiga intensa, rouquidão persistente, dificuldade para engolir, tosse contínua, feridas que não cicatrizam, alterações urinárias e dores persistentes sem causa aparente. Esses sinais estão frequentemente relacionados a diferentes tipos de câncer, como mama, tireoide, pulmão, pele, entre outros.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os procedimentos essenciais para o diagnóstico, como biópsias e exames de imunohistoquímica, são realizados por médicos patologistas. Eles analisam tecidos e células para identificar o câncer com precisão, etapa crucial para orientar cirurgias, quimioterapia, radioterapia e demais tratamentos.

Além disso, a SBP ressalta que fatores de risco como tabagismo, consumo de álcool, má alimentação, exposição solar sem proteção e histórico familiar aumentam a probabilidade de desenvolver câncer. Pequenas mudanças no estilo de vida, como manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios regularmente, evitar tabaco e álcool, usar protetor solar e realizar exames de rotina, podem reduzir significativamente esses riscos.

A Sociedade Brasileira de Patologia reforça que informação, prevenção e diagnóstico preciso são ferramentas essenciais para salvar vidas. Estar atento aos sinais de alerta e buscar atendimento médico rapidamente são atitudes que fazem toda a diferença no combate ao câncer.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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