Viagens corporativas: segurança, propósito e bem-estar são prioridades no novo cenário
Duty of care transforma políticas de viagem com foco em proteção e equilíbrio emocional dos colaboradores
As viagens corporativas estão passando por uma transformação significativa, com um foco renovado em segurança, propósito e bem-estar dos colaboradores. Dados recentes da assessoria de imprensa da Voetur Viagens, baseados no relatório SAP Concur Global Business Travel Survey 2025, mostram que o conceito de duty of care — a responsabilidade das empresas em garantir apoio e proteção durante toda a jornada do colaborador — está ganhando protagonismo no planejamento e execução das viagens de negócios.
Segundo o estudo, que ouviu 3.750 viajantes corporativos e 700 gestores de viagens em 24 mercados, as organizações enfrentam o desafio de equilibrar políticas de controle e transparência com experiências mais humanas e flexíveis. Embora a maioria das empresas já tenha políticas formais de viagem, muitas ainda não conseguem garantir cobertura completa desde a reserva até o retorno, incluindo situações imprevistas.
Outro ponto importante é a tendência do bleisure, que mistura trabalho e lazer. Cerca de 62% dos viajantes de negócios aproveitam para estender a estada com um componente de lazer, mas 31% deles não contam com cobertura da empresa para esse período extra. Isso levanta questões sobre até onde vai a responsabilidade da empresa e como garantir o cuidado integral do colaborador.
Nesse contexto, plataformas de gestão de viagens como a Payfly, da Voetur Viagens, surgem como ferramentas estratégicas para ampliar a visibilidade, o controle e o suporte em tempo real. Elas integram reservas, monitoramento de deslocamentos e alertas de risco, acompanhando o colaborador em todas as etapas da viagem, inclusive quando há extensão para lazer.
Humberto Cançado, CEO da Voetur Viagens, destaca que “a política de viagem contemporânea não pode mais se limitar a passagens e hospedagem; inclui prever riscos, gestão de dados em tempo real e apoio ao colaborador além do horário de reunião”. Já Ricardo Gonçalves, Head da Payfly, reforça o compromisso de oferecer “visibilidade completa de toda jornada, inclusive quando o colaborador estende o período para o lazer, para que o duty of care esteja contemplado em cada etapa da viagem”.
Além disso, a Voetur Viagens é auditada pela T&E Consulting, que assegura a conformidade e a qualidade dos processos internos, garantindo transparência e ética na gestão das viagens corporativas. Isso beneficia diretamente gestores e colaboradores, que passam a contar com políticas mais integradas e seguras.
Em resumo, o turismo corporativo do futuro vai muito além da logística e do controle de custos. Trata-se de gerenciar pessoas, experiências e riscos de forma integrada, com foco no equilíbrio emocional e na segurança. Para as empresas que desejam se destacar, o duty of care deixa de ser um diferencial e se torna um requisito básico para garantir viagens corporativas mais humanas e eficazes.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



