Como sair das dívidas e retomar o controle das suas finanças: 5 passos essenciais

Descubra estratégias práticas para organizar seu orçamento, reduzir juros e construir uma vida financeira equilibrada

Com cerca de 80% das famílias brasileiras enfrentando contas a vencer em setembro de 2025, o cenário de endividamento no país é alarmante. Dados recentes mostram que modalidades como cartão de crédito e cheque especial cobram juros exorbitantes, chegando a 449,9% ao ano e 7,49% ao mês, respectivamente. Diante desse contexto, organizar as finanças pessoais torna-se uma necessidade urgente para quem deseja retomar o controle e construir um futuro financeiro saudável.

Segundo Kaike Ribeiro, CEO da Finanto, fintech que democratiza o acesso ao crédito por meio da tecnologia, o primeiro passo para a liberdade financeira é o controle rigoroso dos gastos, seguido pela substituição de dívidas caras por opções mais acessíveis, como o crédito consignado com desconto em folha. “Muitos brasileiros recorrem a empréstimos para quitar dívidas, e isso é um movimento inteligente, desde que se troque uma dívida cara por uma barata. Essa substituição, com taxas significativamente mais baixas, não é apenas uma forma de conseguir dinheiro, mas o primeiro e mais importante passo para reestruturar a saúde financeira e, finalmente, conquistar a liberdade”, explica Ribeiro.

Para ajudar quem está nessa jornada, o executivo destaca cinco passos práticos para reorganizar as finanças pessoais:

1. Mapeie a dívida e calcule a economia
Identifique as dívidas mais onerosas e calcule o Custo Efetivo Total (CET), que inclui juros, tarifas e encargos. Por exemplo, a taxa média mensal do cartão de crédito rotativo é de 15,29%, enquanto o crédito consignado é de 3,79%. Trocar uma dívida com juros altos por outra com juros menores pode representar uma economia significativa ao longo do tempo.

2. Negocie e use a tecnologia a seu favor
Com o novo crédito em mãos, negocie descontos para quitar dívidas à vista. Utilize ferramentas digitais para contratar empréstimos de forma rápida, transparente e segura, evitando burocracias desnecessárias.

3. Crie um orçamento realista e siga a regra 50/30/20
Organize suas finanças dividindo a renda em 50% para necessidades essenciais, 30% para gastos não essenciais e 20% para investimentos e quitação de dívidas. Ajuste essa divisão conforme sua realidade financeira.

4. Elimine os gastos invisíveis
Audite seus extratos para identificar pequenos gastos diários, como cafés e assinaturas não utilizadas, que comprometem o orçamento. Reduzir esses “ralos” pode liberar recursos para poupança ou pagamento de dívidas.

5. Planeje o pós-quitação para garantir a liberdade financeira
Após quitar as dívidas, mantenha a disciplina financeira, canalizando a economia para a construção de uma reserva de emergência. O crédito consignado, quando usado com responsabilidade, pode ser uma ferramenta de recomeço e estabilidade.

Kaike Ribeiro reforça que “a liberdade financeira não é sobre ter muito dinheiro, mas sobre ter controle sobre ele. A disciplina de manter o orçamento sob controle e começar a poupar é o que transforma o endividado de hoje no investidor de amanhã”.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa da Finanto, trazendo um olhar prático e realista para quem deseja sair do vermelho e construir uma vida financeira equilibrada e segura.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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