Câmara pode votar aumento da licença-paternidade: especialistas à disposição

Consultoras de RH comentam impactos para empresas, equidade de gênero e saúde mental

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Esta matéria foi produzida com dados da assessoria de imprensa. Nos próximos dias, a Câmara pode votar um projeto que amplia a licença-paternidade para até 30 dias. A proposta promete gerar debates sobre benefícios para empregados e empresas, equidade de gênero, saúde mental e os desafios práticos para pequenas e médias empresas.

Duas consultoras de recursos humanos colocaram-se como fontes disponíveis para comentar o tema. Bia Tartuce é psicóloga, headhunter e consultora de desenvolvimento organizacional, com 30 anos de experiência em grandes empresas. É sócia fundadora da Toolssearch Gente e Gestão, formada em Psicologia pela UFRJ e com MBAs em Gestão de Pessoas e Gestão Empresarial pela FGV-RJ, além de especializações em modelagem da cultura organizacional e coaching. Bruna Pullig é fundadora da Ojo Consultoria em Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, com foco no varejo de beleza e mercado de luxo, atuando em seleção, capacitação e gestão no ponto de venda.

Entre os pontos que as especialistas podem abordar estão:
– Benefícios para funcionários e empresas: aumento do engajamento, retenção e satisfação no trabalho quando pais participam mais dos cuidados iniciais do filho.
– Equidade de gênero: ampliar a licença-paternidade pode ajudar a redistribuir responsabilidades domésticas e reduzir a sobrecarga das mães no retorno ao trabalho.
– Saúde mental e felicidade no trabalho: presença do pai no início da vida da criança pode impactar positivamente a saúde emocional de toda a família, refletindo no ambiente profissional.
– Desafios para pequenas e médias empresas: necessidades de ajustes operacionais, planejamento de substituições e estratégias de flexibilidade.
– Papel da liderança e cultura inclusiva: líderes têm papel central em normalizar ausências parentais e promover políticas que favoreçam retenção e bem-estar.
– Flexibilidade como estratégia de retenção: alternativas híbridas e ajustes temporários podem mitigar impactos operacionais sem sacrificar direitos.
– Impacto social das empresas: políticas parentais amplas contribuem para imagem corporativa e responsabilidade social.

Para entrevistas ou comentários, as assessorias indicam as consultoras Bia Tartuce e Bruna Pullig como fontes. Informações para imprensa: Rafaela Tayão — rafatayao@gmail.com — WhatsApp: (21)99763-1729.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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