Saúde mental infantil: por que o cuidado emocional deve fazer parte da rotina escolar
No Mês das Crianças, especialistas reforçam a importância do acolhimento e do diálogo para o bem-estar emocional dos pequenos
No Mês das Crianças, a reflexão sobre a saúde mental infantil ganha destaque, especialmente diante do aumento precoce de sintomas como ansiedade, dificuldades de atenção e distúrbios de comportamento. Dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) apontam que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) afeta cerca de 5% das crianças em idade escolar no Brasil, o que corresponde a mais de 2 milhões de crianças. Esse número tem crescido graças ao maior acesso a profissionais de saúde e à conscientização sobre o tema, mas ainda enfrenta desafios como a falta de acompanhamento especializado e o estigma associado aos transtornos de aprendizagem e comportamento.
Segundo a psicopedagoga Monique Gonçalves, parceira da Vetor Editora, o ambiente escolar deve ser um espaço de acolhimento, onde o comportamento infantil é compreendido como uma forma de expressão, e não apenas como indisciplina. “Cuidar da saúde mental infantil é um investimento no futuro. O ambiente escolar precisa ser um espaço de acolhimento, onde o comportamento da criança é compreendido como uma forma de expressão — e não apenas como indisciplina”, destaca Monique.
A Vetor Editora, que atua há quase 60 anos na produção de instrumentos de avaliação psicológica e educacional, oferece recursos que auxiliam profissionais da psicologia e da educação a identificar precocemente dificuldades emocionais, cognitivas e comportamentais. Entre esses recursos estão testes específicos para o público infantil e materiais de apoio para orientar intervenções tanto em sala de aula quanto no ambiente familiar.
Mais do que identificar diagnósticos, o objetivo é fomentar uma cultura de cuidado e escuta. Monique reforça que “o diálogo entre escola, família e profissionais de saúde é essencial. Crianças emocionalmente saudáveis aprendem melhor, se relacionam com mais empatia e constroem bases sólidas para o futuro”.
Neste mês dedicado às crianças, a mensagem vai além dos presentes e brincadeiras: é tempo de garantir que cada criança tenha um espaço para ser ouvida, compreendida e acolhida, dentro e fora da sala de aula. O cuidado emocional deve ser uma prioridade na rotina escolar, promovendo o desenvolvimento integral e o bem-estar das novas gerações.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



