Dermatocálase: entenda como a blefaroplastia pode transformar seu bem-estar
Saiba como o excesso de pele nas pálpebras afeta a visão e por que a cirurgia é uma solução eficaz
A dermatocálase, popularmente conhecida como “pálpebras caídas”, é uma condição que afeta o bem-estar e a qualidade de vida de muitas pessoas, especialmente com o avanço da idade. Caracterizada pelo excesso de pele na região das pálpebras, essa condição pode comprometer o eixo visual, dificultar a visão periférica e causar sensação de cansaço ocular, impactando diretamente as atividades diárias.
Stael Lauxen, 62 anos, relata que sentia suas pálpebras “pesando” nos olhos, o que a motivou a buscar ajuda médica. Foi durante uma consulta de rotina com uma oftalmologista que ela descobriu a dermatocálase. Segundo a especialista Luciana Vicente, médica oftalmologista do Oftalmos, “na grande maioria dos casos, ela é provocada pela idade e não possui um fator patológico associado”.
O tratamento mais eficaz para essa condição é a blefaroplastia, uma cirurgia que remove o excesso de pele e reposiciona as estruturas da região. “Existem vários tipos: superiores, inferiores, e aquelas associadas a técnicas de reposicionamento de tendões e ligamentos. Tudo é analisado de acordo com cada caso”, explica a médica. O procedimento é realizado em ambiente hospitalar, com anestesia local e sedação leve, sempre precedido por uma avaliação pré-anestésica detalhada.
A blefaroplastia é considerada uma cirurgia segura, com baixo índice de dor e excelente resultado funcional. A recuperação costuma ser rápida, e em cerca de uma semana o paciente já pode retomar suas atividades normais, embora os primeiros dias exijam repouso e cuidados específicos para controlar o inchaço natural da região. A especialista alerta que é fundamental avaliar cada caso com cuidado, especialmente em pacientes com doenças crônicas, como diabetes descompensada ou problemas cardíacos.
Nos últimos anos, avanços tecnológicos tornaram o procedimento ainda mais eficiente. A blefaroplastia estruturada, que combina o reposicionamento muscular e tendinoso com o uso do laser de CO₂, reduz o tempo cirúrgico, controla melhor o sangramento e acelera a recuperação. A boa cicatrização depende também do cuidado no pós-operatório, como o uso de compressas frias, proteção contra o sol e o cumprimento rigoroso das orientações médicas.
Mais do que uma questão estética, tratar a dermatocálase significa recuperar a leveza do olhar e a qualidade de vida. Stael compartilha sua experiência: “Me senti outra pessoa. A minha cirurgia foi muito bem-sucedida, foi algo tranquilo e rápido. Foi uma revolução na minha vida e hoje me sinto muito melhor, extremamente satisfeita”.
Este conteúdo foi elaborado com dados fornecidos pela assessoria de imprensa, destacando a importância do diagnóstico e tratamento adequados para a dermatocálase, que vai além da estética e impacta diretamente o bem-estar dos pacientes.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



