Quando a amamentação não é possível: alternativas seguras para nutrir o bebê e apoiar a mãe

Estratégias emocionais e nutricionais garantem saúde e vínculo afetivo mesmo sem o aleitamento materno

A amamentação é reconhecida como a forma mais completa de nutrir o bebê, mas nem sempre ocorre de maneira tranquila para todas as mães. Dificuldades fisiológicas, questões emocionais ou condições de saúde podem comprometer a produção de leite, gerando frustração e insegurança. Nesses casos, é fundamental buscar alternativas seguras para garantir a nutrição adequada do bebê, além de acolher a mãe emocionalmente, reforçando que o vínculo afetivo vai muito além do aleitamento.

Segundo especialistas da Una, o apoio emocional é essencial para que a mulher compreenda suas limitações sem se sentir culpada. Talita Rocha, professora de Psicologia, destaca que “acolher as próprias limitações e buscar apoio emocional ajuda a reduzir a sobrecarga e fortalecer o vínculo de outras formas, como no contato pele a pele, no olhar, nas conversas, no aconchego e em estar presente nos momentos de cuidado”. Ela também ressalta a importância da participação da família para criar um ambiente acolhedor, onde a maternidade é vista como uma experiência coletiva. “Validar os sentimentos da mãe, sem críticas ou comparações, e compartilhar tarefas do dia a dia transmite a ideia de que a maternidade é coletiva e fortalece sua confiança no papel materno”, afirma.

Do ponto de vista prático, a produção de leite pode ser favorecida por cuidados simples, como hidratação adequada, descanso e alimentação balanceada. Cristiana Gontijo, professora do curso de Nutrição, explica que “o consumo de líquidos, especialmente água, influencia diretamente na lactação. Alimentos ricos em nutrientes como aveia, vegetais verde-escuros e leguminosas também podem ajudar nesse processo”. Ela reforça que a sucção frequente do bebê é o principal estímulo para a produção de leite, e que o bem-estar materno é um fator determinante.

Quando a amamentação não é possível ou insuficiente, o uso de fórmulas infantis prescritas por profissionais de saúde é a alternativa recomendada. “O uso de fórmulas infantis, prescritas pelo nutricionista, garante os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê. O fundamental é não improvisar com receitas caseiras, que podem trazer riscos sérios à saúde da criança”, alerta Gontijo. Ela também chama atenção para produtos que se assemelham às fórmulas, mas que não oferecem a mesma segurança, podendo conter açúcar e aditivos prejudiciais.

Além disso, é importante que os pais fiquem atentos a sinais de que o bebê pode não estar recebendo nutrição adequada, como perda de peso acentuada, choro constante após as mamadas, sono excessivo e diminuição no número de fraldas molhadas. “Identificar esses sinais precocemente é essencial para evitar desidratação e deficiências nutricionais”, reforça a nutricionista.

Por fim, os especialistas reforçam que o vínculo materno não depende exclusivamente da amamentação. “O cuidado afetivo e a presença materna são insubstituíveis, independentemente da forma escolhida para alimentar a criança. O mais importante é que a mãe se sinta fortalecida e segura, sabendo que está oferecendo ao filho o melhor dentro das suas possibilidades”, conclui Talita Rocha.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa da Una, instituição reconhecida por seu compromisso com a qualidade acadêmica e o apoio à maternidade.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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