Liderança brasileira lidera combate ao etarismo no trabalho, revela pesquisa global
Estudo mostra que 31% dos executivos no Brasil promovem ações contra a discriminação por idade, superando médias globais e latino-americanas
Dados recentes da assessoria de imprensa da Page Executive, unidade do PageGroup especializada em recrutamento de alta liderança, revelam que a alta liderança brasileira está na vanguarda do combate ao etarismo no ambiente de trabalho. Segundo o estudo global Talent Trends Leadership 2025, 31% dos líderes executivos no Brasil promovem iniciativas para prevenir a discriminação etária, percentual que supera a média global de 20% e a da América Latina, que é de 25%.
Esse protagonismo da liderança brasileira reflete um compromisso crescente com a construção de ambientes corporativos mais inclusivos e equitativos. “A alta liderança executiva no Brasil tem assumido um papel fundamental no combate à discriminação etária no ambiente de trabalho, promovendo uma cultura organizacional mais inclusiva e equitativa, por meio de políticas de diversidade, treinamentos de conscientização e práticas de valorização da experiência profissional”, destaca Humberto Wahrhaftig, diretor-executivo da Page Executive.
Além de desafiar estereótipos ligados à idade, os líderes brasileiros incentivam a integração de diferentes gerações, fortalecendo o compromisso ético das empresas e potencializando a inovação e a produtividade. Para Paulo Dias, também diretor-executivo da Page Executive, a inclusão deve ser encarada como uma vantagem estratégica: “Executivos talentosos não permanecerão onde se sentem discriminados ou invisíveis. Liderança inclusiva não é algo ‘bom de se ter’, é uma vantagem crítica para os negócios na disputa por talentos.”
O estudo também aponta outras práticas relevantes de diversidade, equidade e inclusão (DEI). No Brasil, 13% dos respondentes destacam a importância de promover a inclusão de pessoas de diversas origens raciais ou étnicas, índice superior à média global (10%) e latino-americana (6%). Já a preocupação com a disparidade salarial entre gêneros aparece para 12% dos líderes brasileiros, abaixo das médias global (14%) e regional (18%).
Por outro lado, a pesquisa revela desafios na inclusão de identidades de gênero diversas. Cerca de 63% dos líderes brasileiros estão insatisfeitos com a promoção de pessoas transgênero ou não-binárias, um percentual muito acima da média global (9%) e da América Latina (39%). Além disso, apenas 42% dos respondentes brasileiros sentem que podem ser autênticos no trabalho, número próximo à média regional, mas ainda abaixo do ideal.
Paulo Dias reforça a necessidade de ampliar o compromisso com todas as dimensões da diversidade: “Para manter o protagonismo em DEI, é essencial que a liderança brasileira amplie seu compromisso com todas as dimensões da diversidade, garantindo oportunidades equitativas e ambientes verdadeiramente acolhedores.”
O Talent Trends Leadership 2025 é um dos levantamentos mais abrangentes sobre o mercado de trabalho global da alta liderança, realizado entre novembro e dezembro de 2024 em 36 países, com cerca de 4 mil profissionais participantes. O objetivo é compreender as mudanças nas expectativas dos talentos executivos e orientar estratégias para um ambiente corporativo mais inclusivo e competitivo.

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA