Ressonância Magnética: aliada fundamental no diagnóstico e controle da Esclerose Múltipla

Dados inéditos mostram que mulheres representam 68% dos casos de Esclerose Múltipla entre 2019 e 2025

No próximo dia 30 de agosto, celebra-se o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla (EM), uma data que reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo dessa doença autoimune e crônica que afeta o sistema nervoso central. Dados inéditos da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) revelam que, entre 2019 e julho de 2025, 68% dos achados compatíveis com EM foram registrados em mulheres, evidenciando uma prevalência significativa no público feminino.

Segundo o levantamento da FIDI, só em 2024 foram identificados 148 casos em mulheres, contra 69 em homens, mantendo a tendência observada nos anos anteriores. Em 2025, os números parciais até julho indicam que essa proporção deve se manter ou até aumentar. Essa realidade acompanha uma tendência mundial, que aponta a Esclerose Múltipla como uma doença três a quatro vezes mais frequente em mulheres, especialmente entre 20 e 40 anos, período de maior atividade pessoal e profissional.

A Ressonância Magnética (RM) é o exame de imagem mais sensível e fundamental para o diagnóstico e monitoramento da EM. Ela permite detectar lesões inflamatórias e desmielinizantes características da doença, além de identificar a localização, quantidade e evolução das placas no sistema nervoso central. A FIDI realizou, em 2024, mais de 20 mil ressonâncias magnéticas relacionadas à EM, reforçando o papel essencial desse exame na saúde pública.

Entre os principais exames oferecidos pela instituição destacam-se a RM Crânio, que identifica lesões cerebrais presentes na maioria dos pacientes; a RM Coluna Cervical, que avalia lesões na medula espinhal associadas a sintomas como fraqueza muscular; e a RM Órbitas, utilizada para investigar neurite óptica, um dos sinais iniciais mais comuns da doença. Outros exames complementares ajudam a aprofundar a investigação e descartar condições associadas.

Embora os achados compatíveis com EM representem uma pequena fração do total de exames realizados (entre 0,45% e 1,06%), o crescimento anual desses registros demonstra a maior demanda por diagnósticos precisos e a confiança nos serviços da FIDI. Além disso, a doença pode se manifestar em qualquer idade, incluindo crianças e idosos, apesar da predominância entre adultos jovens.

O diagnóstico precoce e o monitoramento regular por meio da RM são cruciais para iniciar tratamentos antes que a doença cause incapacidades severas e para ajustar terapias conforme a evolução do quadro clínico. Isso proporciona maior qualidade de vida e previsibilidade para os pacientes.

Com mais de 90 unidades em cinco estados brasileiros, a FIDI alia tecnologia avançada e expertise médica para ampliar o acesso a exames de alta qualidade, contribuindo para um tratamento mais eficaz da Esclerose Múltipla e oferecendo esperança a milhares de pessoas e suas famílias.

Este conteúdo foi elaborado com base em dados da assessoria de imprensa da FIDI, reforçando a importância da conscientização e do cuidado contínuo com a saúde feminina diante da Esclerose Múltipla.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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