Como a Geração Z está revolucionando a moda sustentável com tecnologia blockchain

Jovens consumidores exigem transparência e rastreabilidade, impulsionando grandes marcas a adotarem práticas responsáveis

A Geração Z vem transformando o mercado da moda ao exigir cada vez mais transparência e sustentabilidade nas peças que consome. Segundo dados da assessoria de imprensa da Fair Fashion/Blockforce, essa geração não se contenta apenas com preço, qualidade e design, mas quer saber a origem dos produtos, as condições de produção e os impactos ambientais envolvidos.

De acordo com o estudo Geração Ctrl+Z, da Consumoteca, para os jovens nascidos entre 1995 e 2010, práticas como compra de itens com sustentabilidade comprovada, troca, aluguel, revenda, reuso e customização são consideradas expressões de criatividade e engajamento socioambiental. “A Geração Z não vê mais a moda apenas como estética. Ela quer saber como cada peça foi produzida, por quem e quais os impactos ambientais e sociais dessa fabricação”, explica André Salem, fundador da Blockforce e da Fair Fashion.

Para atender a essa demanda, grandes varejistas como Riachuelo e o Grupo Azzas 2154 já investem em tecnologias que utilizam blockchain para garantir a rastreabilidade das peças. Por meio de QR Codes nas etiquetas, os consumidores podem acessar informações detalhadas sobre a origem da matéria-prima, as condições de produção e os impactos ambientais de cada produto.

Esse movimento representa uma pressão significativa sobre as marcas, que precisam repensar o modelo tradicional de “moda linear”, baseado em produção em massa e descarte rápido. Segundo a Business Research Insights, o mercado global de moda sustentável deve atingir US$ 20 bilhões até 2033, e a transparência deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito básico de competitividade. “As práticas de rastreabilidade, comprovação de impacto e comunicação transparente deixaram de ser diferenciais, hoje são requisitos básicos para competir. As marcas que não se adaptarem vão perder espaço muito rápido”, alerta Salem.

Além disso, a proximidade da COP 30, que ocorrerá em Belém em novembro, deve fortalecer ainda mais a discussão sobre responsabilidade socioambiental e regulação do setor no Brasil, acelerando a transformação do mercado local. “O comportamento da Geração Z é um termômetro. Ao unir ativismo, consumo consciente e pressão sobre as empresas, os jovens consolidam um modelo que tende a se expandir para além da moda, alcançando outros setores do varejo”, complementa Salem.

Para as marcas, adaptar-se a esse novo paradigma não é mais uma opção, mas uma obrigação. “Esse movimento já deixou de ser uma promessa, é uma realidade. Adotar práticas responsáveis não é apenas uma estratégia de diferenciação, é uma questão de sobrevivência competitiva”, conclui o especialista.

Assim, a tecnologia blockchain surge como uma ferramenta essencial para garantir a transparência e a rastreabilidade exigidas pela nova geração de consumidores, impulsionando uma moda mais consciente, ética e sustentável.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa da Fair Fashion/Blockforce.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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