Arquitetura: uma profissão capaz de materializar o sonho das pessoas

Dia Nacional do Arquiteto e Urbanista surgiu como forma de reconhecer os profissionais que se dedicam ao máximo para proporcionar espaços com significado e relevância

Idealizar, materializar e contar histórias. Essas são apenas algumas atribuições do arquiteto, um profissional que merece todo o reconhecimento. Especialmente nesta quarta-feira, 15, comemora-se o Dia Nacional do Arquiteto e Urbanista, profissional que se dedica ao máximo a realizar o sonho de inúmeras pessoas que desejam um lar funcional, aconchegante, bonito e que, ainda assim, transmita a sua essência e personalidade.

Seja por meio das cores, do revestimento, da decoração ou de tantos outros detalhes, eles conseguem expressar o que o cliente sente e deseja para o seu ambiente. Por isso, o Dia Nacional do Arquiteto e Urbanista torna-se uma data para valorizar aqueles que escolheram a profissão e que, por vezes, passam dias e noites projetando lugares que serão palco de grandes histórias de vida.

A paixão pela arte corre nas veias

Desde criança, a paixão pela arte, quebra-cabeças e legos foi o que levou Mateus Michels a seguir o caminho da criatividade. O seu primeiro contato com a arquitetura não foi dos melhores e, por conta desse fato, imediatamente descartou a hipótese de seguir a profissão, mesmo conhecendo tão pouco do que há por trás dela.

Ao realizar seu estágio obrigatório do curso técnico em Design, no escritório da arquiteta Tatiana Mussi, o tempo mudou a sua visão. Com isso, ele descobriu o seu amor por essa profissão, sentimento que carrega até hoje, mais de uma década depois. “Ao me deparar com o primeiro projeto que eu tinha ajudado a criar e detalhar se tornando realidade, foi o ponto de partida para descobrir o que eu queria seguir”, conta o agora, também arquiteto, Mateus Michels.

Outros objetivos e desafios

Um dos momentos mais difíceis para Michels foi sair do lugar responsável pelo seu primeiro contato com a arquitetura, bem como parte de seu crescimento profissional e pessoal. “A mudança foi dolorosa, sempre serei grato por todo tempo que trabalhei lá. Mas eu tive que abrir mão dessa parte da minha vida para que eu pudesse crescer ainda mais”, afirma.

Durante oito anos, o arquiteto respirava a profissão e, de repente, tudo mudou, pois ele precisou investir seu tempo na Mondigital – uma nova empresa, no ramo de Marketing e Comunicação, que estava criando junto com seu noivo. Durante dois anos, projetos arquitetônicos deixaram de fazer parte da sua rotina, dando espaço para trabalhos da área administrativa.

Tempos depois, com a estruturação e crescimento de sua agência de marketing, o profissional resolveu voltar a atuar em seu ramo de formação e, atualmente, possui sua marca própria: a Mateus Michels Arquitetura.

“Ela é a minha extensão, logo, carrega o meu DNA e o meu conceito de arquitetura. Todos os meus projetos refletem quem eu sou, no que eu acredito e na minha maneira de pensar arquitetura. Agora, almejo expandir ainda mais, aumentando a proporção e quantidade de atendimentos, sempre oferecendo trabalhos de qualidade para os meus clientes”, ressalta o arquiteto.

Uma nova integrante

A arquitetura entrou de surpresa na vida da acadêmica Letícia Fortunato. Seguir esse ramo nunca tinha passado por sua cabeça, mas bastou um primeiro contato para que descobrisse o que almejava para o futuro. “Eu queria algo que me conectasse com as pessoas e que ajudasse elas de alguma forma”, explica a futura arquiteta.

Após oito semestres na faculdade, foi no escritório de Mateus que ela pôde colocar em prática o que via nas salas de aula. “Eu tenho aprendido diariamente, de uma maneira leve, gostosa e atenciosa, como funciona a arquitetura e toda a sua complexidade. Depois desses quatro anos, eu percebo que ela não é somente algo visual, mas uma maneira de pensar e facilitar o dia a dia do cliente”, argumenta Letícia.

Na Mateus Michels Arquitetura ela tem total liberdade para deixar a imaginação fluir em suas criações. Mesmo que seu perfil seja voltado mais para a parte técnica, outras habilidades estão em desenvolvimento e aperfeiçoamento. “O Mateus sempre me deixou criar, mas mesmo assim prefiro fazer o detalhamento dos projetos, pois sou muito metódica”, admite.

Texto e fotos: Catarina Bortolotto

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