O fim

Lá um (não tão) belo dia, tudo termina.

Todo relacionamento que chega ao fim, deixa marcas indeléveis (sempre deixa !).

Qualquer motivo que tenha provocado o rompimento, e visto como irreparável, uma vez que sem ilusão, deduz-se que nunca mais será como antes !

E não será !

Não bastasse tanta dor, ainda tem o desafio do desapego. Tanto do sentimento, quanto do material (fotos, presentes e as músicas (sim, as músicas também !).

Não se sabe o que dói mais.

Mas dói !

Juntando força e coragem, começa o desmonte, cada dia uma coisa, porque, afinal, não se consegue lidar com tudo ao mesmo tempo.

Aos poucos a poeira vai assentando…

A saudade não (ainda), mas o tempo irá fazer a sua parte.

Já com os pés no chão, começa a avaliação. Esta é a pior parte, porque com certa isenção, percebe-se que não era “assim” aquele mar de rosas, mas com discernimento, entende-se que ninguém erra sozinho.

Aqui ou ali, houve falha, desentendimento, e num momento, talvez de raiva, coloca-se um fim em tudo para depois arrepender-se e ser tarde demais. Ou não.

E devagar, devagar mesmo,, já não se sente aquele dor que quebrou o coração em mil pedaços.

A saudade vai dando lugar à aceitação e aquele que foi mais afetado, tenta convencer-se de que “foi melhor assim” e a outra parte………bem, a outra parte que aprenda que boa memória só se guarda se for boa mesmo……senão, será só mais uma que já quase esvaecida, se tornará só uma….memória…

Que o recomeço seja tranquilo e que volte a ser feliz…..de novo !

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