Moda halal deve movimentar US$ 311 bilhões até 2024 – Afina Menina – Um Portal para todas Nós

Moda halal deve movimentar US$ 311 bilhões até 2024

Muçulmanas gostam de se vestir bem e pagam por um bom look, desde que respeitem as leis do Alcorão

O Brasil pode se transformar em um grande fornecedor de moda tanto para mulheres como para homens muçulmanos em todo o mundo. Temos criatividade, matéria-prima e excelentes estilistas que vão deixar esta comunidade ávida para o consumo. O estilo é diferente e precisa respeitar os preceitos da religião muçulmana.

A maioria das mulheres se veste com batas ou vestidos compridos (abayas) e para encobrir os cabelos utiliza os lenços (hijabs). Aliás, são uns mais lindos do que os outros! No geral, são peças modestas, porém modernas e requintadas. É preciso tecido de boa qualidade, costura impecável e estilo.

“Para quem pretende investir na moda masculina, em nossa religião, os homens não podem usar seda e nem ouro” ressalta o gerente de Relações Institucionais da Cdial Halal, Omar Chahine.

O mercado global halal de moda está a todo vapor. Aliás, em termos de receita, só fica atrás de alimentos, que está previsto alcançar as cifras de US$ 1,17 trilhão até 2024. De acordo com dados divulgados recentemente pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, a perspectiva para o mercado de moda halal é atingir o faturamento de US$ 311 bilhões, no máximo daqui três anos.

Certificação halal

A certificação halal é um documento emitido por uma instituição certificadora reconhecida pelos países islâmicos após criteriosos processos de auditoria. O selo halal atesta que o produto certificado está apto ao consumo pelos muçulmanos e é sinônimo de qualidade.

Ainda de acordo com Chahine, para que a expansão do mercado seja possível, as indústrias e produtores precisam se adaptar às exigências da jurisprudência islâmica. “Além de ser reconhecido mundialmente como selo que atesta Boas Práticas de Fabricação, segurança e qualidade, a certificação halal tem sido solicitada, inclusive, por países que não são árabes e nem muçulmanos, como África, Japão e Canadá “, comenta.

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