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Higiene ontem, hoje, sempre: atitudes atemporais para uma vida mais saudável

Por Guto Cunha*

O brasileiro é conhecido no mundo todo por seus bons hábitos de higiene. Ocupamos as primeiras posições em rankings que apontam países com as populações que mais tomam banhos por semana. Somos também um dos países que mais consomem produtos de higiene e beleza, tendo destaque nesse mercado até mesmo no exterior. Não temos o costume de tocar em alimentos com as mãos sujas ou sem ter um guardanapo. Até mesmo a presença de ralo em banheiros, cozinhas e áreas de serviço para poder faxinar tudo de balde. O brasileiro é visto como alguém extremamente preocupado com limpeza.

Isso, no entanto, não foi suficiente para que evitássemos ver nossos costumes mudarem uma vez mais. Durante o primeiro ano de pandemia da covid-19, muita importância foi dada à limpeza de superfícies, bem como à manutenção das mãos higienizadas, longe dos olhos e do nariz. Entre 2009 e 2010 já havíamos incorporado à rotina o uso do álcool em gel devido à ameaça da H1N1. Agora, isso se intensificou até mesmo com outros tipos de produtos, como lenços antissépticos, devido à realidade da covid-19, há mais de um ano, e seus efeitos devem ser sentidos ainda por várias gerações que estão por vir.

O que esses acontecimentos e tantos outros ao longo da história nos mostram é que as atitudes higiênicas precisam ser atemporais, pois são a melhor forma que nós, pessoas comuns, temos de evitar doenças de grande e fácil circulação. Para se ter uma ideia, de acordo com a OMS, o ato de lavar as mãos regularmente pode reduzir o risco de doenças como resfriados e conjuntivite em até 40%. É muito benefício para um ato tão simples!

Outro dado interessante, encontrado em um estudo na University of New South Wales, em Sydney, feito com alunos de Medicina, é que essas pessoas, altamente treinadas e conhecedoras dos riscos de infecção por meio das mãos, tocavam o rosto em média 23 vezes por hora. Em outras palavras, podemos dizer que, mesmo que nos policiemos para não haver o toque, é quase impossível evitá-lo – o que reforça a tese de que a higiene, sobretudo a das mãos – torna-se indispensável em todos os momentos.

Podemos destacar, também, outro possível hábito que chegou para ficar nos lares brasileiros: o costume de não usar os sapatos vindos do lado de fora dentro de casa. Uma ação que antes só se via em produções que representavam culturas orientais, hoje está difundida no ocidente e deve permanecer, já que não só diminui a entrada de micróbios, como também reduz outras sujidades, ajuda a preservar o piso e o bom relacionamento com os vizinhos para quem mora em apartamentos, por baixar o nível de ruído.

A verdade é que ainda não sabemos como serão os próximos meses e anos, mas podemos colaborar para que os bons hábitos de higiene sejam repassados às próximas gerações, para que valorizem tanto a saúde quanto nós passamos a valorizá-la nos últimos tempos.

 

*Guto Cunha é Gerente de Marketing da FreeCô na FreeBrands, holding que administra as marcas FreeCô, Free Wipes e Free Bite.

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