CAROL GIBBON estreia com “PERTO DO MAR” – Afina Menina – Um Portal para todas Nós

CAROL GIBBON estreia com “PERTO DO MAR”

Aos 15 anos, carioca acende sua primeira estrela e lança single produzido por Nilo Romero e clipe dirigido por Harley Alves

A carioca Carol Gibbon tem 15 anos, é apaixonada por música desde criança e lança hoje, 1º de abril, seu primeiro single, “Perto do Mar”, composição sua com arranjos do produtor musical Nilo Romero (Cazuza, Marina Lima, Paulinho Moska). A canção chegará às plataformas digitais acompanhada por um vídeo dirigido por Harley Alves (Giulia Be, Manu Gavassi). “Eu sempre quis fazer música, ser cantora, mas não sabia como fazer acontecer. A gravação do clipe foi o melhor dia da minha vida”, lembra Carol.

“Perto do Mar” é um pop leve e romântico, um amor idealizado em cenas que qualquer menina ou menino adoraria viver. Como sugerem os primeiros versos da canção: “A brisa que vem do mar / faz seus cabelos ficarem no ar / tão bonito de se olhar // Há um certo cheiro de verão no ar/ faz a gente viajar / enquanto rimos deitados na areia…”.

Carol compôs a música durante umas férias em Búzios (RJ). Ela estava feliz e sem uma paixão especial. “Minhas músicas não precisam ser autobiográficas. Eu só tenho que ter o sentimento. Quando criei ‘Perto do Mar’ não estava gostando de ninguém. Então imaginei como seria uma vida amorosa com um amigo. Agora, quando estou gostando de alguém, ou numa relação amorosa, ou quando vejo filme da Julia Roberts… aí eu me inspiro mais (risos). Sou muito dependente do amor”, sugere.

Assim como a foto da capa do single, “Perto do Mar” chega como uma estrela que se acende na vida de Carol Gibbon, um desejo materializado. E traz a segurança para novos desafios, como foi a gravação do vídeo.

CLIPE – O clipe é um capítulo tão importante quanto a música. Apresentando imagens de making of e cenas “valendo”, o vídeo utiliza elementos do super 8 e reforça a leveza da canção, a jovialidade da cantora e de seus sentimentos. Tudo comandado pelo jovem diretor Harley Alves. Ela gravou cenas diurnas e noturnas na praia de Itaquatiara, em Niterói, incluindo caminhadas nas pedras, mergulhos em piscinas naturais e passeios de barco. “Foi um dia mágico. Estava muito nervosa, mas muito feliz”, lembra Carol. “Depois fiquei bem preocupada se meus amigos iriam me zoar, mas quando vi o resultado, relaxei”, conta.

O INÍCIO – Carol começou as aulas de iniciação musical aos quatro anos influenciada pela irmã mais velha. Se apaixonou pelos sons, pelo piano e nunca mais parou. “Eu sempre amei teatro musical, sentava na primeira fila das apresentações que ia. Comecei a estudar piano, adorava cantoras antigas, como Dalva de Oliveira, e aos poucos fui aprendendo outros instrumentos, como flauta, violão, guitarra e baixo”. Carol estreou nos palcos em espetáculos infanto-juvenis, como O Mágico de Oz, o que aguçou ainda mais seu desejo de fazer música. E nas festas de família de sua casa, ela já era presença esperada dos convidados. “As reuniões começavam com vinho e terminam com um solo meu no piano. Meu pai sempre pede para eu tocar um pouquinho e vira um show. Lá em casa não é festa de família sem eu cantar”.

INFLUÊNCIAS – A jovem cantora carioca tem um leque amplo de conhecimento musical, sons que vão se refletindo em suas criações. “Sou muito de fases. Já teve a época de só ouvir Now United, depois músicas da Broadway, Queen, Harry Styles, Corey Gray, Marisa Monte… Na minha infância, gostava de cantoras que minha professora me apresentava, como Clara Nunes e Dalva de Oliveira. Já em casa, sempre tinha sertanejo, Michael Jackson…. Agora estou apaixonada pelo ukulele, então qualquer música calminha que comece com ukulele eu estou ouvindo. E quando estou mais triste é puro rock, e a maioria em inglês. Em português, no momento, eu ouço muito Melin e Clarisse Falcão”, aponta.

INSPIRAÇÃO – E são nestes momentos “down” que a inspiração mais chega. “Gosto de compor à noite ou quando estou triste…saio escrevendo um bando de letras. Também costumo ter mais inspiração quando estou envolvida com alguém, o que aconteceu muito na pandemia. Mas agora eu não estou. É difícil criar uma música completa de primeira, muitas vezes fico procrastinando até não dar mais, daí vou no meu caderninho cheio de ideias e resgato algumas dessas coisas”.

PALCO – O próximo passo de Carol Gibbon é subir ao palco. Enquanto os shows estão restritos, ela vai se preparando com aulas de expressão corporal, montando sua banda e prevê fazer pequenas apresentações físicas e on line para ganhar experiência musical no palco. “Acho que vou chorar muito nesse dia! (risos)”

LIFE STYLE – Além de cantar e tocar, Carol Gibbon ama ver séries de anime (desenhos japoneses), escrever histórias – “Inclusive tem um livro que acabei de escrever na pandemia” -, ler livros de fantasia, fazer capas de caderno e dançar. “Gosto de aprender coisas novas, mas eu nuca acabo o que começo, como desenhar e aprender coreografias de K-Pop”, ri.

COSPLAY – Sua segunda paixão depois da música é o Cosplay, a arte de interpretar personagens de anime. Seu perfil Cosmos.cosplay no TikTok soma mais de 90 mil seguidores em apenas um ano. “Eu achava cosplay chato, mas quando descobri que tinha a ver com atuação e música, aí tudo mudou. Foi quando conheci o POV (Point of View), estilo de cosplay em que a gente pode interpretar, fazer o próprio roteiro. Porque sempre fui muito performática: Virar outra pessoa, botar peruca e se produzir era uma das partes que eu mais amava no teatro. Tem gente que não curte porque demora para se produzir, mas eu adoro esse processo”, explica.

Hoje Carol se tornou uma referência no cosplay nacional e internacional. Principalmente quando interpreta uma pessoa e apenas dá pistas, para que o público a reconheça – ou pelo menos tente. “Porque cosplay não é você imitar um personagem, é você se divertir fazendo a sua versão do personagem. Por exemplo: Se o personagem é homem, eu faço ele mulher. Ou vice-versa. As pessoas vão reconhecer por detalhes, como o olho, a expressão corporal, as cores da roupa. É zero imitação facial”.

FUTURO – Como toda escolha aos 15 anos, se lançar na carreira artística é um passo no escuro. “Eu tinha muito medo, principalmente de gravar em estúdio. Mas é sempre assim: Eu penso em fazer de um jeito, as pessoas me sugerem outro, eu gosto, a gente mistura e no final fica tudo certo”.

Será que virão outras músicas então? “Sim, agora fiquei mais confiante!”, comemora.

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