Seca em São Paulo prejudica safras de café e laranja – Afina Menina – Um Portal para todas Nós

Seca em São Paulo prejudica safras de café e laranja

A falta de chuva em 2020 deve impactar na produção das duas principais culturas do estado.

No final do ano passado, a estiagem e o calor afetaram as lavouras paulistas. Os efeitos dessa condição climática podem ser sentidos na colheita das safras de 2021.

Estima-se que a produção brasileira de café deve cair em 40% em relação à temporada anterior, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais. A laranja, produto importante para o agronegócio do estado de São Paulo, também deve sofrer com quedas. O Fundo de Defesa da Citricultura prevê uma diminuição de 30% em relação a 2020, o que deve ser a maior quebra de safra desde 1988.

Café e laranja são as duas maiores culturas de São Paulo. A produção cafeeira do estado comercializou 290,4 mil toneladas do grão em 2019, segundo o Intituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE. Isso gerou cerca de R$ 2 bilhões. Já as lavouras paulistas de laranja são as mais importantes do mundo. As mais de 13 milhões de toneladas da fruta produzidas pelo estado, em 2019, representaram 77% de toda a produção brasileira. Segundo o sistema FAESP/SENAR, o estado de São Paulo responde por cerca de 96% da exportação nacional de suco de laranja, sendo que a cadeia citrícola paulista engloba 13 mil citricultores.

“O povo paulista vem sofrendo com a falta de chuva nos últimos anos, o que começou a afetar a nova colheita. Por mais que possamos prever, infelizmente, essas condições são incontroláveis. O produtor vive em busca de fôlego para trabalhar e produzir”, relata a economista da WTK – O Seu Banco Agro. O banco digital é o primeiro a ter todas as suas operações voltadas ao agronegócio. Recentemente, a fintech começou a abrir suas primeiras contas, o que já vem gerando resultados.

Ainda, a economista ressalta: “Queremos ajudar o produtor paulista a crescer ainda mais. O Banco do Agronegócio do Brasil surgiu, também, para impulsionar o agronegócio brasileiro nesses momentos de crise. Além das contas, nossa fintech vai operar com seguros, por exemplo. Vamos ser uma solução completa para o agricultor, trabalhando sempre com segurança e respeitando a sua história.”

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