Estudo mostra que pessoas mais velhas preferem parceiros mais jovens ao longo da vida
Pesquisa global revela tendência crescente e explica fatores por trás da escolha afetiva
Um estudo recente publicado na revista Personal Relationships analisou dados de 35.996 casais em 28 países e revelou uma tendência clara: quanto mais velha a pessoa, maior a preferência por parceiros mais jovens no início de um relacionamento. Essa descoberta aponta para um padrão global que tem base científica e reflete mudanças nas dinâmicas afetivas ao longo da vida.
A psicóloga Ana Guimarães destaca que as diferenças nas preferências de idade estão ligadas a uma combinação de fatores biológicos, culturais e psicológicos. Ela explica que “ao longo da história, as normas sociais frequentemente incentivaram a ideia de que homens mais velhos seriam mais respeitados, sábios e financeiramente estáveis, tornando-os parceiros ideais para as mulheres”. Essa construção social molda as expectativas e escolhas nas relações amorosas.
No Brasil, a plataforma MeuPatrocínio.com, que reúne mais de 18 milhões de usuários, tem observado um crescimento no interesse por relacionamentos entre gerações diferentes. Segundo Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do site, essa tendência reflete uma busca por vínculos mais conscientes e maduros. Ele comenta que “elas estão à procura de relacionamentos sinceros, leves e maduros. Gestos simples, como abrir portas ou ter um cuidado extra, vão muito além da educação; são formas de demonstrar carinho e de valorizar a pessoa que está com você”.
O modelo de relacionamento conhecido como Sugar, em que homens maduros (Sugar Daddies) e jovens parceiras (Sugar Babies) se conectam, tem ganhado destaque. Caio Bittencourt observa que “não é difícil entender por que tantos homens bem-sucedidos estão migrando para o estilo de vida Sugar. Ao atingirem o sucesso, muitos percebem que as relações tradicionais podem ser emocionalmente desgastantes. Os relacionamentos Sugar são uma alternativa leve, com expectativas alinhadas e uma dinâmica flexível, permitindo que esses homens se conectem de maneira mais direta e sem as cobranças emocionais”.
Casais famosos também ilustram essa tendência, como Gilberto Gil e Flora Gil, com 18 anos de diferença, Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones, com 25 anos, e José de Abreu e Carol Junger, com 52 anos de diferença. Essas relações mostram que a diferença de idade pode ser parte de parcerias duradouras e autênticas.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do MeuPatrocínio.com, trazendo informações relevantes sobre as mudanças nas preferências afetivas e o comportamento nas relações entre gerações.

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



