Como se tornar sua melhor versão

Como se tornar sua melhor versão

 

 

Ainda lembro da pessoa que eu era, me sentia com baixa estima, perdido. Meu físico me incomodava, mas não era só isso, eu tinha muitos medos e inseguranças na mente. Só que nem sabia por onde começar a mudar. Então, passei os últimos dez anos estudando e aplicando desenvolvimento pessoal na minha vida. Estou aprendendo ainda, mas vou compartilhar o que funcionou comigo. Se você também está nesse processo de mudança, pode tentar adaptar o que vou relatar aqui na sua vida.

Encontre sua raiz

O fato de eu não aceitar minha aparência era apenas 20% do problema, o resto era tudo coisa da minha cabeça. Portanto, é importante você se questionar profundamente e levantar o que mais te incomoda. Muitas vezes, coisas que não gostamos na nossa aparência física são reflexos da visão interna que temos de nós mesmos. E eu mudei fisicamente porque eu quis, você jamais deve mudar apenas para se encaixar em algum padrão. A maior mudança é na mente, quando mudamos nosso interior, automaticamente o nosso exterior passa a mudar.

Como começar a mudança?

Cada um tem seu processo, não sou especialista, apenas compartilho aqui minha experiência de vida. Mas, vamos lá, ao primeiro passo após identificar o que te incomoda. Pra começar, eu aceitei quem eu era, mas não adiantava só me aceitar se nem eu gostava de mim. Esse papo de que devemos nos aceitar e amar só funciona até certo ponto, porque não tem como amar verdadeiramente alguém que você não gosta. Então, aceitei que eu tinha baixa autoestima e, o mais importante, disse pra mim mesmo que eu queria mudar. Porque não adianta ninguém tentar nos mudar, a mudança verdadeira só ocorre quando parte de nós mesmos. Então, a partir de hoje, aceite quem você é, se ame, mas não precisa ficar assim pro resto da vida, a cada dia você pode buscar ser sua melhor versão.

E se eu não puder mudar?

É importante lembrar que nem tudo pode ser mudado, e que está tudo bem. Sabe aquela frase “aceita que dói menos”? Não precisamos levar ela ao pé da letra, mas faz muito sentido. Pois existem fatos e circunstâncias na vida que não podem ser mudados, e ao invés de ficar resistindo a eles como uma criança birrenta, podemos aceitar e aprender a conviver com eles de forma positiva. Por exemplo, eu aceitei coisas que eu não podia mudar, como altura, minha voz ou o fato de não ter um pai. E passei a usar esse último pra sempre me lembrar da dor que era não ter um pai, e que quando eu for pai vou me esforçar pra estar presente na vida do meu filho, ou também que eu não gosto muito da minha voz mas já que não tem como mudar passei a gostar dela e ser grato por poder me comunicar. E, claro, busquei formas de mudar o que eu não gostava em mim mas que tinham solução, como: timidez, inseguranças, inteligência, aparência.

Como mudar sem sair do lugar?

Com a pandemia, muitas das nossas atividades cotidianas estão interrompidas, e talvez você passe a maior parte do tempo em casa. Mesmo assim, é possível começar a buscar as mudanças aí de onde você está.

Como eu fiz isso? Estudando o que não ensinam nas escolas. Lendo livros de autoajuda, pesquisando no Google e YouTube sobre “como perder a timidez”, “como buscar o autoconhecimento”, etc. E, principalmente, aplicando na minha vida.

Sei que nem todos conseguem aprender sozinhos, por isso é muito legal consultar-se com profissionais (nesse momento existem profissionais atendendo on-line) e também existem diversas opções de cursos via web gratuitos ou de baixo custo sobre autoconhecimento. Durante esse meu processo de mudança, tive algumas consultas psicológicas que me ajudaram demais a encontrar os caminhos internos da mudança. Sei que muitas pessoas não têm condições financeiras de realizar um tratamento específico por muito tempo, que é o meu caso. Mas nem por isso eu me abalei, encontrei nos livros e na internet pessoas que compartilhavam ensinamentos. Deixo aqui a indicação de psicólogas que postam muitos conteúdos gratuitos, basta pesquisar no Instagram por @pensevivapsicologia ou @_stephaniesantossantiago

Conteúdo complementar

Não sou espiritualizado nem iluminado, estou mais pra rebelde e indisciplinado. Sou apenas alguém buscando ser minha melhor versão e compartilhando o que aprendo no caminho. Caso tenha se  identificado, nos destaques do meu Instagram “@pedreiromodel” tem indicação de alguns livros que me ajudaram no caminho e no canal do YouTube “Francisco Albuquerque” me aprofundo mais nesses temas. Abaixo, deixo um link da playlist com vinte e cinco episódios no YouTube onde relato como foi meu processo de mudança e superação da depressão nos últimos 2 anos:

Um abraço e até a próxima semana!

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