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5 mitos fitness que atrapalham o desempenho nos exercícios

Algumas afirmações relacionadas a exercícios físicos têm sido disseminadas por tanto tempo que, muitas vezes, é difícil pensar que possam estar erradas. Essas inverdades estão no imaginário de muitas pessoas, e acabam sendo um obstáculo a uma prática esportiva eficiente e que gere resultados.

O ex-jogador de basquete Nick Freer, parte do time de experts do Freeletics, aplicativo líder em exercícios físicos com o uso de inteligência artificial, desbanca, de uma vez por todas, cinco  mitos fitness que podem enganar e prejudicar quem busca se beneficiar com a prática de exercícios. Veja as suas orientações: 

 

Vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=WO8eAY2pOKo&feature=youtu.be

 

1 – Quanto mais longo o treino, melhor – MITO

Estudos comprovaram que três sessões HIIT de 27 minutos semanais têm os mesmos benefícios aeróbicos e anaeróbicos que cinco sessões de cardio aeróbico de 60 minutos por semana. Tais benefícios incluem mais calorias queimadas e aumento da resistência muscular.

É por isso que o Freeletics utiliza esta metodologia de treinos em seus planos hiper personalizados, mais curtos e práticos. O objetivo é garantir resultados mais rápidos e certeiros para cada pessoa.

 

2- Exercícios com peso corporal não desenvolvem músculos – MITO

Usar o próprio corpo como resistência é um estímulo de sobrecarga para seus músculos, não apenas para ganhar força, mas também massa magra. Os músculos são formados quando fazem mais força do que o comum e, depois, há um descanso para que eles possam se adaptar à carga maior. 

Na realidade, não importa como essa força é alcançada. Os ombros não saberão a diferença entre exercício de ombro com pesos ou o levantamento de seu próprio peso em uma barra. Portanto, é possível ganhar massa muscular fazendo exercícios com peso corporal; o trio boa resistência, nutrição e descanso são essenciais para atingir tal objetivo.

 

3- Treino de força não ajuda no desempenho de corrida – MITO

O treino de força pode melhorar o direcionamento neural, levando a ganhos de desempenho através de um aumento na taxa de desenvolvimento de força (TDF), ou seja, sobre quão rápido a força muscular pode ser produzida. A quantidade de força que pode ser produzida durante o início de uma contração muscular pode ter um grande impacto no desempenho do corredor.  A alta TDF dos corredores de elite permite que eles gerem muita força rapidamente, impulsionando-os para frente com mais rapidez, ou seja, eles correm mais rápido.

 

4 – Para a corrida, só usamos as pernas – MITO

Não adianta treinar apenas pernas para ter um bom desempenho na corrida. Os músculos do abdômen são a força estabilizadora na atividade. Eles desempenham um papel importante para manter o corpo ereto e estável durante corridas e tiros curtos. Por isso, para quem gosta de correr, é recomendado dedicar tempo também para trabalhar em seu abdômen, pois sem dúvida levará a um aumento no desempenho e na eficiência da corrida.

 

5- Abdominais resultam em abdômen tanquinho – MITO

Está enganado quem pensa que o segredo para um abdômen definido são os exercícios abdominais. Os músculos abdominais já estão segmentados, mas geralmente estão escondidos sob uma camada de gordura corporal. Portanto, a chave para um abdômen tanquinho visível é ter uma baixa porcentagem de gordura corporal, não necessariamente um abdômen super forte. O fortalecimento do abdômen com os exercícios básicos tradicionais não é suficiente, é preciso ser magro o suficiente para que a definição do abdômen fique visível.

 

Sobre o Freeletics

O Freeletics foi construído a partir de uma única visão: desafiar e inspirar pessoas para que se tornem a melhor versão delas mesmas. Freeletics é o criador de alguns dos principais aplicativos fitness da Europa, promovendo e aumentando a aptidão física, assim como força mental, força de vontade e autoconfiança – todas ferramentas vitais para seguir a vida de acordo com seus desejos e metas. Fundada em 2013, a companhia já criou um dos mais bem sucedidos movimentos fitness no mundo, com 34 milhões de usuários em 160 países diferentes.